"Desde mi punto de vista –y esto puede ser algo profético y paradójico a la vez– Estados Unidos está mucho peor que América Latina. Porque Estados Unidos tiene una solución, pero en mi opinión, es una mala solución, tanto para ellos como para el mundo en general. En cambio, en América Latina no hay soluciones, sólo problemas; pero por más doloroso que sea, es mejor tener problemas que tener una mala solución para el futuro de la historia."

Ignácio Ellacuría


O que iremos fazer hoje, Cérebro?

domingo, 26 de julho de 2009

China vai às compras

Quarta-Feira, 22 de Julho de 2009 | Versão Impressa

China vai usar reservas para comprar empresas

A China vai usar suas reservas internacionais, que já superam os US$ 2,132 trilhões, para expandir e apoiar aquisições de empresas no exterior pelas companhias chinesas, afirmou Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês. "Devemos acelerar a execução de ?estratégias de saída? e combinar o uso de reservas de divisas com a ?saída? das nossas empresas", disse a diplomatas chineses, segundo informou o jornal britânico ?Finantial Times?.
O governo quer que as empresas chinesas aumentem sua participação nas exportações mundiais, disse Wen. A estratégia de saída da crise para a China é o incentivo aos investimentos e aquisições no exterior, principalmente por grandes grupos industriais, de propriedade estatal, como a PetroChina, Chinalco, China Telecom e o Banco da China.
Qu Hongbin, economista-chefe do HSBC na China, disse: "Esta é a primeira vez que ouvimos falar de uma articulação oficial dessa política de apoio direto às companhias para compra de ativos offshore".
Os investimentos diretos chineses em empresas não-financeiras em outros países aumentaram para US$ 40,7 bilhões no último ano. Em 2002, eram de apenas US$ 143 milhões.
Wen não antecipou quanto das reservas será destinado para as operações, mas Qu Hongbin disse que a medida será parte de uma estratégia para reduzir a dependência chinesa dos títulos americanos e do dólar como moeda de reserva.
"Essa é a diversificação de reserva em um sentido mais amplo. Em vez de acumular divisas e ativos financeiros de curto prazo, o governo quer que o País acumule ativos corporativos reais de longo prazo", disse. Grupos de propriedade estatal, particularmente dos setores petrolífero e de recursos naturais, têm reforçado a sua caça aos ativos de empresas à venda em consequência da crise global.

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