"Desde mi punto de vista –y esto puede ser algo profético y paradójico a la vez– Estados Unidos está mucho peor que América Latina. Porque Estados Unidos tiene una solución, pero en mi opinión, es una mala solución, tanto para ellos como para el mundo en general. En cambio, en América Latina no hay soluciones, sólo problemas; pero por más doloroso que sea, es mejor tener problemas que tener una mala solución para el futuro de la historia."

Ignácio Ellacuría


O que iremos fazer hoje, Cérebro?

sábado, 18 de dezembro de 2010

De renúncias e tradições – a propósito de Maria da Conceição Tavares

De renúncias e tradições – a propósito de Maria da Conceição Tavares

Escrito por Nildo Ouriques

26-Nov-2010

A influência de Maria da Conceição Tavares na formação de parte dos economistas brasileiros é compreensível. Em uma profissão marcada pela falta de originalidade, carreira em que os estudantes são obrigados por semestres a fio à leitura de manuais estadunidenses de duvidosa qualidade intelectual, Conceição Tavares foi durante anos a voz da indignação contra o "papagaísmo", ou seja, este estranho hábito de divulgar no Brasil as "teorias" emanadas dos centros metropolitanos a despeito das sandices ou das hipóteses convencionais e falsas que são divulgadas como se fossem verdades científicas. Além disso, numa profissão marcada pela astúcia e o "bom mocismo" interesseiro, Conceição Tavares tinha – e mantém – um "temperamento" absolutamente indispensável tanto na política quanto na lúgubre academia. Todos nós sabemos que apesar da pompa com que é anunciada e repetida pelos meios de comunicação, a maior parte das hipóteses difundidas pelos economistas no país está destinada apenas e tão somente a justificação do subdesenvolvimento em nome de um futuro que jamais chegará. Maria da Conceição Tavares, matemática de formação, professora de várias gerações de economistas, figurou voz destoante, especialmente durante os anos da oposição progressista à ditadura. É justificável que tenha o reconhecimento que muitos, com freqüência, expressam; mas este reconhecimento não a torna, obviamente, imune a graves erros.

O ambiente atual no Brasil é um cenário excelente para os apologéticos de sempre. Há, de fato, um otimismo ingênuo muito propício para que os economistas convencionais sigam repetindo as consignas que retiram dos manuais de micro e macroeconomia sem ruborizar-se. Estes economistas ignoram o fato de que em todos os demais países do mundo, o pensamento dominante, ou seja, a neoclássico, recebeu um duro golpe com a erupção da crise capitalista em setembro de 2008. Incapaz de prever a crise mundial do capitalismo e atônita diante de seu desenrolar, os economistas neoclássicos se limitam a repetir suas verdades eternas ou simplesmente fazem de conta que não possuem responsabilidades sobre a crise global que queima riqueza e gera crescente desigualdade social. Mas não nos enganemos: a despeito da catástrofe, ainda estamos longe de um acerto de contas teórico e político com o pensamento dominante. A crise mundial, é verdade, não arrefeceu minimamente as convicções dos neoclássicos embora tenha vitalizado antigas ilusões keynesianas que em grande medida também alimentam o otimismo ingênuo sobre as possibilidades brasileiras na economia mundial.

Neste contexto, não deixa de ser uma surpresa a declaração recente de Conceição Tavares sobre as possibilidades do Brasil: "não tem centro e periferia como antes. Há países de desenvolvimento intermediário, entre os quais estamos." Para aqueles que não perderam a memória, percebe-se logo que se trata de uma ruptura com um dos pilares de sua formação, especialmente quando é anunciado por uma economista que sempre rendeu merecido tributo ao economista chileno Aníbal Pinto, um dos ícones do estruturalismo cepalino na América Latina. Na mesma linha e ainda com mais ousadia, Conceição Tavares chama atenção de todos nós para outra novidade que julgo ainda mais importante: "você não pode deixar de levar em conta que mudou a divisão internacional do trabalho. Paradoxalmente, não vejo muita gente mencionar isso. Houve uma mudança radical da divisão internacional do trabalho, na qual nós estamos bem colocados porque a gente exporta para todo mundo. E, em particular, no que diz respeito a matérias-primas, exportamos mais para a China do que para a Europa, por exemplo. Nunca exportamos matérias-primas para os EUA" (Folha de São Paulo, 12/09/2010). O Brasil está realmente bem colocado nesta mudança radical na divisão internacional do trabalho?

A elaboração teórica do chamado "sistema centro-periferia" foi uma das principais conquistas do pensamento cepalino na América Latina. Na prática, significou colocar por terra as teses ricardianas do famoso capítulo VII dos Princípios de Economia Política e Tributação, mais tarde resgatadas convenientemente pelos economistas universitários sob a mistificação da denominada "teoria das vantagens comparativas". De fato, a original contribuição do economista argentino Raul Prebisch sobre a "deterioração dos termos de troca" representou um passo adiante do pensamento crítico sob a apologética dos economistas da ordem que repetiam na periferia capitalista a mencionada "teoria da vantagem comparativa", destinada a consagrar a posição dos países latino-americanos na economia mundial como meros exportadores de matérias-primas e produtos agrícolas.

Contudo, se Prebisch foi brilhante na identificação do fenômeno constatando a diferença entre os preços dos produtos que a América Latina importava e a tendência de baixa dos produtos que exportava, seu esforço intelectual foi insuficiente na explicação do problema e apenas convencional na solução: a industrialização da periferia terminaria por fechar a brecha entre os preços, acreditava. Os marxistas latino-americanos descobriram logo que a saída cepalina era não somente falsa, mas, sobretudo, que terminaria por também contribuir para a justificação do subdesenvolvimento em que ainda estamos afundados. Foi neste terreno que surgiu a "teoria do intercâmbio desigual", em que André Gunder Frank (1964), Ruy Mauro Marini (1968), Arghiri Emannuel (1968) revelaram originalmente que a industrialização não seria capaz de tirar os países latino-americanos do subdesenvolvimento e da dependência. Mesmo assim, é preciso recordar que antes deles, um desconhecido polaco, membro da Escola de Frankfurt, "economista" entre filósofos, escreveu importante livro em 1929 em que o tema do intercambio desigual aparecia magistralmente estabelecido na tradição marxiana: La ley de la acumulación y el derrumbe del sistema capitalista, lamentavelmente sem tradução ao brasileiro.

A questão fundamental na formação intelectual do economista latino-americano residia neste ponto crucial, onde os críticos (marxistas ou não) indicavam o caráter polarizante do capitalismo, inexoravelmente dividido entre um centro desenvolvido e uma vasta periferia cuja característica fundamental era o nível de pobreza de sua população. O pensamento crítico buscava, obviamente, amparo em Marx e Engels. Foi Marx, ainda em 1848, quem se burlou dos defensores da ideologia do livre comércio afirmando que "se os defensores do livre comércio são incapazes de compreender como pode um país enriquecer-se a custa de outro, não necessitamos nos assombrar-nos de que os mesmos senhores compreendam ainda menos que, dentro de um país, uma classe se enriqueça a custa de outra." Seu inseparável amigo Engels também tocou no assunto muitos anos depois, quando Marx já não existia (1888); criticando a força ainda mais intensa da ideologia do livre comércio sob impulso do imperialismo inglês, Engels escreveu que "a consigna era, agora, o livre comércio. A tarefa imediata dos fabricantes ingleses e de seus porta-vozes, os economistas, era difundir a fé no evangelho do livre-comércio e criar um mundo em que a Inglaterra fosse o centro industrial e os demais uma periferia agrícola dependente" (Cursivas minhas, NDO).

Desde então, a crítica entre os economistas latino-americanos se dividiu: de um lado aqueles que, seguindo a tradição cepalina, indicavam a industrialização como o único caminho para superar a indesejável polarização existente no sistema capitalista. No Brasil, Celso Furtado foi indiscutivelmente o mais criativo e insistente defensor desta perspectiva (Brasil, construção interrompida, 1992). De outro lado, os marxistas indicavam que a dependência e o subdesenvolvimento somente poderiam ser superados com a revolução socialista e a ruptura com o sistema capitalista. Eram, em grande medida, alternativas radicalmente distintas, ainda que muitos observadores identificassem certas coincidências entre as opções.

Este "programa de pesquisa" está esgotado, foi superado pela realidade? Ignoravam os críticos do passado a possibilidade de uma "mudança radical na divisão internacional do trabalho" como anuncia agora Conceição Tavares? Definitivamente não! No posfácio (1971) à sua importante obra, La acumulación a escala mundial. Crítica a teoria del subdesarrollo, o egípcio Samir Amim reconhecia explicitamente os méritos do debate iniciado na América Latina e perguntava: o sistema mundial "caminha em direção à dicotomia cada vez mais crescente entre centro-periferia? Ou não é mais que uma etapa da evolução do sistema, e neste caso tende em direção a uma sorte de formação capitalista mundial homogênea?". Nos termos atuais: a existência de uma suposta "semi-periferia" teria dado por concluída a antiga polarização centro-periferia?

O sistema centro-periferia pode admitir a existência de um país "semi-periférico"? Esta hipótese tampouco é rigorosamente nova; foi aventada insistentemente por Immanuel Wallerstein, mas ele próprio tem consciência da dificuldade ou, creio, debilidade do conceito. Na sua obra, O moderno sistema mundial, Wallerstein (1980) indica que o elemento constante no que denomina "economia-mundo capitalista" é a divisão hierárquica do trabalho, na qual existe uma igualmente "constante variável localização da atividade econômica". O caso historicamente relevante para a "análise do sistema-mundo" é o sueco, no século XVII, que segundo esta interpretação logrou sair da periferia sistêmica e acomodar-se à condição razoavelmente confortável de semi-periferia. Contudo, as condições suecas eram reconhecidamente excepcionais e de impossível generalização para todo o sistema, especialmente para os países latino-americanos. Ademais, enquanto Suécia praticou o mercantilismo para sair da periferia, as classes dominantes dos países latino-americanos se curvam diante da lei do valor apostando na "liberalização". Finalmente, nunca é demais recordar: a Suécia é um país europeu, ou seja, situado no centro da "economia-mundo".

Muitos anos após a publicação de sua trilogia iniciada em 1974, é o mesmo Wallerstein quem em entrevista realizada em 1999 reconhece que as condições necessárias para um país avançar em direção à semi-periferia – conceito que incluiria tanto o Brasil quanto o México e, talvez mais surpreendente, a China! – são muitas e não são fáceis. Na mesma oportunidade Wallerstein indica que "dentro da lógica do sistema" e para manter a condição de semi-periferia o Brasil teria que investir recursos significativos no âmbito militar e, claro, assegurar, durante décadas, superioridade na produção de mercadorias em relação aos seus competidores. É claro que os defensores desta linha de interpretação podem também alegar aos que insistem na dicotomia centro-periferia que acomodar Brasil e Honduras como "países periféricos" tampouco oferece a precisão conceitual necessária para captar a especificidade brasileira, posto que o "gigante do sul" possui extraordinárias vantagens em relação ao pequeno país centro-americano na economia mundial. Como estabelecer uma linha divisória mais sólida?

Os marxistas identificaram o ponto decisivo do sistema centro-periferia: a transferência de valor. Ao longo da história do capitalismo se pôde observar que a característica essencial do sistema é a reprodução da desigualdade que impede qualquer desejo de homogeneização no capitalismo. A ruralizarão da indústria no interior do país, o deslocamento de atividades produtivas sob controle das empresas multinacionais para a zona periférica são exemplos de mecanismos que foram essenciais para o processo ininterrupto de acumulação. São movimentos necessários para manter a troca desigual. Até mesmo Wallerstein reconheceu que embora a troca desigual represente uma prática antiga, somente quinhentos anos após a consolidação do que ele denomina "capitalismo histórico" foi desvelada de forma sistemática pelos oponentes do sistema.

Foi o pensamento crítico latino-americano o responsável por esta conquista teórica, indiscutivelmente. Em termos marxianos: a transferência de valor mantém a vitalidade do sistema, para a qual requer não somente deslocamentos espaciais da produção, mas, sobretudo, níveis elevados de exploração da força de trabalho e, especialmente, a super-exploração da força de trabalho. É aqui que Honduras e Brasil se encontram. Enfim, o esforço para captar a especificidade de um país qualquer ou os movimentos inerentes a acumulação mundializada não pode ignorar a lógica totalizante inerente ao sistema capitalista.

A possibilidade de uma nova configuração da divisão internacional de trabalho é também uma novidade como anuncia Conceição Tavares? Está efetivamente ocorrendo? O Brasil está "bem colocado" nesta nova situação?

O tema tampouco é novo se recordamos um texto não tão antigo de Ruy Mauro Marini (2000), publicado logo após seu precoce desaparecimento. Marini reflexiona sobre as tendências da chamada globalização, indicando a possibilidade ou o projeto de uma nova divisão internacional do trabalho aberta pela plena vigência da lei do valor em escala planetária. O texto escrito na década de noventa, se insurgia contra a hegemonia então absoluta do "neoliberalismo" na América Latina, e indicava que os países centrais apostavam na nova reconfiguração da divisão internacional de trabalho necessária para aproveitar duas vantagens estratégicas que possuíam na economia mundial. A primeira vantagem decorria da "superioridade em matéria de pesquisa e desenvolvimento" em que as potências exercem o monopólio tecnológico. A segunda estaria dada pelo controle que os países centrais possuem no processo de transferência das atividades industriais para a periferia capitalista, especialmente aquelas menos intensivas em conhecimento. Em qualquer caso, afirmou Marini, o concerto estaria construído de tal forma que as economias nacionais periféricas não lograriam jamais a condição de uma economia nacional integrada.

É fácil supor que nem mesmo o mais otimista dos economistas brasileiros se atreveria a afirmar que estamos caminhando na direção de uma economia nacionalmente integrada, capaz de sair da periferia.

Esta é a razão pela qual verificamos o elogio à economia exportadora, tão recorrente mesmo entre economistas de boa formação. Assim como a economia política inglesa sabe desde William Petty que um país pode exportar muito e empobrecer, o pensamento crítico sabe que um país pode destinar suas exportações para muitos países e não mudar um milímetro sua posição na divisão internacional do trabalho. O fato de o Brasil destinar aos Estados Unidos apenas uma parte pequena de suas exportações não muda em absolutamente nada a posição do país na adversa divisão internacional do trabalho. De fato, o Brasil exporta produtos agrícolas e minerais para muitos países do mundo sem que supere o subdesenvolvimento e a dependência; ao contrário, se pode afirmar que esta é uma das razões pelas quais seguimos no atoleiro do subdesenvolvimento.

Portanto, a existência de países de "desenvolvimento intermediário", situação na qual o Brasil – segundo a opinião de Conceição Tavares – ocuparia, não figura precisamente como novidade histórica e/ou teórica. Porém, anunciado fora de uma explicação totalizante (sistema centro-periferia), pode parecer simples apologia do subdesenvolvimento e tentativa de dar legitimidade teórica (base científica) para o otimismo ingênuo que segue inibindo a reflexão crítica necessária para mudar radicalmente o país. Após a grande crise mundial de setembro de 2008, ocorreu importante mudança na correlação de forças em escala planetária, que permite reformas mais avançadas em favor das classes subalternas, inclusive no Brasil. Mas para aqueles que pensam de outra maneira – que as condições políticas para lutas mais avançadas não existem – o que ganharemos com a renúncia no terreno teórico?

É sedutor – e talvez parte do otimismo que se abateu sobre o Brasil – pensar como José Luis Fiori, para quem estamos vivendo momentos de uma "revolução intelectual", em que "algumas idéias e teorias de esquerda e direita... já não dão conta das transformações do continente" latino-americano (Valor, 29/09/2010). No que se refere à esquerda, quiçá seria então necessário admitir que a antiga concepção centro-periferia foi finalmente superada pela realidade, pelo menos para nós, brasileiros. Neste acaso, também é necessário reconhecer que não há originalidade no movimento. Enfim, no propósito de legitimar um dos bandos na luta política eleitoral (conjuntural) que o país atravessa, cada um dirá, com forma própria e no tempo adequado, um brado já conhecido: "esqueçam o que escrevi".

Nildo Ouriques é economista, professor do departamento de Economia da UFSC e membro do Instituto de Estudos Latino-Americano da Universidade Federal de Santa Catarina (IELA-UFSC).

http://www.correiocidadania.com.br/content/view/5235/9/

La diplomacia norteamericana le tiene terror a TeleSUR

Impacta la serie “InjerenCIA, La Invasión Silenciosa”

La diplomacia norteamericana le tiene terror a TeleSUR

Jean-Guy Allard
La “diplomacia” norteamericana le tiene terror a TeleSUR y sus reportajes sobre las violaciones de los derechos humanos cometidas en América Latina por Estados Unidos. Lo revela un documento dirigido al Departamento de Estado por la Embajada USA DE Montevideo, Uruguay, el 12 de noviembre de 2006 y difundido por el portal WikiLeaks, donde se señala en particular el impacto de la serie “InjerenCIA, La Invasión Silenciosa”.

Dice textualmente el informe: “Telesur de Venezuela ha estado programando de manera sistemática una serie de “piezas de propaganda” anti-estadounidense de alta calidad. El programa "Injerencia" sobre la intromisión de la CIA en América Latina es un producto muy pulido que incorpora segmentos documentales, entrevistas actuales de testigos donde se hace un uso liberal de algunos documentos desclasificados de la FOIA” (la ley norteamericana de acceso a la información).
Frank E. Baxter que autorizó la nota, fue Embajador de Estados Unidos en Uruguay de 2006 a 2009. Se supone que el análisis es de un colectivo de agentes de inteligencia, un tipo de personal que abunda en todas las Embajadas USA, particularmente en este continente. El “Frankie” es un ex piloto de la US Air Force, ex director de la NASDAQ y ex asesor económico del Gobernador Schwarzenegger de California que Bush convirtió en diplomático.
En las primeras líneas del texto, los autores alertan con una insistencia al borde del pánico que Telesur “continua a difundir acusaciones acerca del Plan Condor patrocinado por Estados Unidos mientras se enseña fragmentos de documentos desclasificados como evidencias”.
Se señala luego que “la maquina de propaganda anti-U.S. resuena siempre más ruidosamente y el momento para alguna forma de respuesta pudiera acercarse”.
El texto subraya como la muerte del dictador chileno Augusto Pinochet, el 10 de diciembre, Día de los Derechos Humanos, ha sido utilizada como una denuncia “anti-U.S.” por los “grupos izquierdistas de Uruguay” lo que “resforzó la aserción que los izquierdistas son los únicos verdaderos defensores de los Derechos Humanos”.
El reporte anota que documentos estadounidenses “recientemente desclasificados de la época de la dictadura uruguaya han avivado el fuego”.
“Serán utilizados de manera prominente en el juicio contra dos oficiales uruguayos acusados de conspirar para asesinar a cuatro personas en 1976”.
El documento de la Embajada USA deplora que la prensa “expresa una gran nostalgia hacia la presidencia de Salvador Allende y vilipendia los que lloran el fallecimiento de Pinochet”.
“Los legisladores socialistas y comunistas lo satanizan como el inspirador de otras dictaduras en la region, incluiendo a la de Uruguay, y la presa convoya un sentido de alegría por su muerte”.
El documenot reconoce como los abusos cometidos en la época de la dictadura (1973-84) con el apoyo norteamericano han dañado de manera importante la imagen de los Estados Unidos en Uruguay.
Los escándalos en relación con los campos de interrogatorio (Guantamano) norteamericanos “no ayudaron” a promover las relaciones, confiesa el análisis que reconoce, al concluir” que los intereses USA en la región “dependen en gran parte de nuestra reputación”.
La producción televisiva señalada por el informe firmado por Baxter es la conocida serie venezolana “Injerencia, La Invasión Silenciosa” dirigida por Ángel Palacios con un equipo de documentalistas de la productora Panafilms en Coproducción con Telesur y La Villa del Cine.
“Injerencia, La Invasión Silenciosa” tuvo por cierto una importante difusión gracias a TeleSUR y un mayor impacto en América Latina.
http://www.bolpress.com/art.php?Cod=2010121609

Crise energética na Venezuela

Venezuela podría cerrar industria minera para ahorrar energía

CARACAS/AFP

Las industrias venezolanas del aluminio y el acero, controladas en su totalidad por el Estado, podrían ser cerradas como parte de las medidas de ahorro de electricidad impulsadas por el gobierno, informó el ministro de Energía Eléctrica, Angel Rodríguez, a la prensa local.

"Si tenemos que cerrar las empresas básicas de Guayana (región del sur de Venezuela) porque se está secando el (embalse de) Guri, pues habrá que cerrarlas", dijo Rodríguez en una entrevista al diario El Mundo publicada este lunes.

El ministro se refería a la reserva que genera 70% de la electricidad del país. Según el responsable, el nivel de la represa baja entre seis y ocho centímetros diarios, lo que la mantiene en "zona de alarma" desde mediados de diciembre.

Desde el 1 de enero y como parte de un programa de racionamiento de electricidad en todo el país, las empresas del aluminio y el acero venezolanas apagaron parte de sus líneas de producción para reducir su consumo en una medida de 560 megavatios (MW) por día.

"En otros países se han cerrado industrias (...) Si nosotros, por la situación de emergencia, tenemos que cerrar industrias, ministerios y cambiar el horario laboral del país en función de ese ahorro, tendrá que hacerse para evitar que el embalse se seque", agregó Rodríguez.

Los venezolanos consumieron esta semana el equivalente a 16.713 MW, cifra aún superior a los 15.189 MW generados, según la prensa.

Recientemente, el presidente venezolano Hugo Chávez calculó que la generación diaria de electricidad era de 16.235 MW como media y la demanda potencial llegaba a los 16.579 MW.

Desde esta semana, el gobierno restringió el suministro eléctrico de industrias, centros comerciales, salas de bingo, vallas de publicidad, que deben respetar un tope máximo de consumo y cumplir un horario determinado.

Un grupo de "inpectores" se desplegará por todo el país para vigilar el cumplimiento de estas medidas o en caso contrario, imponer sanciones.

Rodríguez reiteró que el "racionamiento regirá hasta mayo", cuando se espera que inicie la temporada de lluvias en Venezuela.

La ausencia de precipitaciones ha provocado también desde hace dos meses severos racionamientos de agua en todo el país pero principalmente en la capital, Caracas.

http://www.laprensa.com.ni/2010/01/04/internacionales/12106

Natal mexicano

Carreño

Blanca navidad

Sábado 18 de diciembre de 2010

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http://www.eluniversal.com.mx/wcarton10660.html

Apex em Angola

  Angola

Apex-Brasil abre em Luanda o primeiro centro de negócios em África
- 26-Nov-2010 - 15:33
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) anunciou o lançamento de seu primeiro centro de negócios no continente africano, no dia 29 de Novembro.
A nova unidade funcionará em Luanda como "plataforma destinada a auxiliar no processo de internacionalização das empresas brasileiras e a incrementar a participação nacional nos mercados africanos", salientou a instituição em comunicado.
"O potencial de mercado para produtos e serviços brasileiros é grande e tem influenciado empresas nacionais a investir em África", salientou a Apex-Brasil.
Actualmente Angola é o principal parceiro comercial do Brasil no continente africano, estando entre os maiores destinos de exportações brasileiras.
Entre 2005 e 2009 o fluxo comercial entre Brasil e Angola triplicou, passando de 520 milhões de dólares para 1,5 mil milhões de dólares.
Desde 2003 a Apex-Brasil tem intensificado as acções comerciais no continente africano, como a presença na Feira Internacional de Luanda (Filda), salientou a instituição.
O Centro de Negócios da Apex-Brasil em Luanda reforçará igualmente o apoio ao investimento no mercado africano e dar suporte às empresas brasileiras com foco no continente.
Entre os objectivos do novo centro econtram-se identificar oportunidades de negócios e investimentos e expandir o comércio entre Brasil e África.
Em Luanda o escritório irá operar no centro empresarial Belas Business, em Talatona, região de expansão da cidade que concentra actividades empresariais em Luanda.
Trata-se do oitavo Centro de Negócios aberto pela Apex-Brasil para apoiar o investimento brasileiro no estrangeiro. A entidade mantém unidades na Ásia (Pequim), Médio Oriente (Dubai), América do Norte (Miami), América Latina e Caraíbas (Havana), Leste Europeu (Varsóvia e Moscovo) e Europa Ocidental (Bruxelas).

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=28921&catogory=Angola

Energia e desenvolvimento em Angola

  Angola

Angola aposta em plano energético para garantir o desenvolvimento
- 16-Dec-2010 - 16:24
Se Angola cumprir o plano de investimentos para 2010-2016 em termos de produção energética, garantirá a satisfação das suas necessidades de desenvolvimento, disse a ministra da Energia e Águas Emanuela Vieira Lopes.
Em declarações à Lusa à margem da visita de Estado do presidente Eduardo dos Santos à África do Sul, a ministra angolana salientou que o aumento substancial na produção de energia eléctrica em Angola - de aproximadamente 7 mil megawats - se alcançará apenas com recurso à geração hidroeléctrica, o que significa energia renovável e amiga do ambiente.
Emanuela Vieira Lopes assinou na África do Sul um plano de implementação de um acordo de cooperação com a África do Sul na área da energia, declarando-se "muito satisfeita com a cooperação técnica em curso com os sul-africanos, que possuem a maior capacidade geradora em todo o continente africano".
Para a governante angolana, ambos os países têm muito para dar um ao outro em termos de know-how e recursos naturais. Enquanto a África do Sul recorre principalmente à queima de carvão para satisfazer as suas necessidades energéticas, estando agora a dar os primeiros passos nas energias renováveis, Angola possui cursos de água com enorme potencial de geração de energia hidroeléctrica ainda por explorar.
"Se cumprirmos o nosso programa, poderemos até no futuro exportar energia para a África do Sul, se este país vizinho e irmão necessitar", referiu Emanuela Vieira Lopes.
A ministra da Energia e Águas garantiu que a cooperação técnica em curso entre Angola e a África do Sul está a decorrer de forma muito satisfatória. E embora a África do Sul possua uma central nuclear na região do Cabo Ocidental e esteja ainda a considerar a hipótese de expandir a sua capacidade neste campo, Emanuela Vieira Lopes garante que o nuclear não está nos planos de Angola.
"Além dos 7 mil megawats de energia limpa programados, consta ainda do nosso plano a construção de outras 150 mini-hídricas e com todos os recursos nessa área que ainda não estão a ser utilizados temos muito campo a explorar", concluiu.
Sobre o reforço das relações entre Luanda e Pretória conseguido com a primeira visita do Presidente Eduardo dos Santos à África do Sul, Emanuela Vieira Lopes considerou-o "um passo muito grande na direcção certa".
"Nós somos mesmo muito amigos, quer os povos, quer os governos, e estes desenvolvimentos vão tornar-nos a ambos mais fortes. Eu, particularmente, tal como os muitos angolanos que estão aqui, na África do Sul, e em Angola, fico muito feliz com esta aproximação", disse a ministra, que fez parte da delegação presidencial durante a visita oficial de dois dias que terminou quarta-feira na Cidade do Cabo.

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=29015&catogory=Angola

Fabricação de computadores em São Tomé e Príncipe!

  S Tomé e Príncipe

Magalhães vão ser produzidos em São Tomé e exportados para a costa africana
- 13-Dec-2010 - 16:57
O Governo são-tomense assinou este fim-de-semana um protocolo com a sociedade portuguesa JP Sá Couto para produzir computadores Magalhães no arquipélago e distribuir para os países da costa africana.
Os signatários do protocolo foram o ministro são-tomense da Educação, Cultura e Formação, Olinto Daio, e o administrador a empresa, João Paulo Sá Couto.
As obras para a instalação da empresa portuguesa em São Tomé iniciam-se em Fevereiro próximo e a fábrica vai garantir, numa primeira fase, pelo menos 200 postos de trabalho.
A instalação desta nova empresa é vista pelo Governo são-tomense como um "empreendimento que vem lançar novas perspectivas ao país em matéria de novas tecnologias".
O montante do investimento não foi revelado, mas a JP Sá Couto espera obter apoio do Governo são-tomense para a comercialização do computador Magalhães no mercado interno e dos países da costa africana.
"Vamos depois fazer uma parceria com o Governo, em que vamos a partir de certa altura exportar para outros países vizinhos e, no fundo, teremos aqui uma plataforma que consta nesse protocolo que assinámos", diz João Paulo Sá Couto.
O ministro são-tomense da Educação, Cultura e Formação adianta que "não só produziremos computadores Magalhães para consumo interno, mas também para exportar para os nossos vizinhos. Assim estaremos a promover a própria inclusão digital e também a permitir que os nossos alunos consigam amanhã ter acesso a várias oportunidades que o próprio desenvolvimento vai trazer".
A capacitação de quadros constitui também uma das prioridades do projecto, que prevê a importação de tecnologias para montagem de computadores.
"Nós pretendemos fazer uma parceria com o Governo criando uma infra-estrutura para a sua implementação, criando postos de trabalho e dando apoio necessário para que este projecto consiga ser implementado, pois é uma aposta do Governo de São Tomé", acrescenta.
Os principais alvos do projecto são crianças e os alunos que frequentam as escolas do arquipélago.
"O Governo tem uma visão clara para o desenvolvimento do país até 2035 e para isso precisamos fazer recursos a novas tecnologias de comunicação e de informação", diz o governante são-tomense.
"Este memorando de entendimento vai permitir que com esta empresa consigamos montar uma infra-estrutura de computadores Magalhães e com esses computadores poderemos a breve prazo garantir que cada aluno tenha um computador", acrescenta o titular da Educação.

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=28997&catogory=S%20Tom%E9%20e%20Pr%EDncipe

E onde está a política externa do Brasil para África nestas horas?

Guiné Bissau

Governo da Guiné-Bissau quer abrir universidade pública no país
- 26-Nov-2010 - 21:08
O ministro da Educação da Guiné-Bissau, Artur Silva, anunciou hoje que o governo está a fazer contactos e parcerias com estabelecimentos de ensino superior estrangeiros para abrir uma universidade pública no país.
"Estamos a fazer contactos e parcerias com universidades estrangeiras de prestígio para criar condições para a abertura de uma universidade pública no país, visando um desenvolvimento sério numa perspectiva de credibilidade pedagógica e científica ao nível da sub-região", afirmou Artur Silva.
Segundo o ministro guineense, o governo pretende criar uma "universidade pública que contribua para o reforço e promoção do ensino de qualidade com todas as instituições nacionais e estrangeiras".
Artur Silva falava na cerimónia de comemoração dos 20 anos da Faculdade de Direito de Bissau, que é também o programa mais antigo da cooperação portuguesa feito através da Faculdade de Direito de Lisboa.
"A educação e o ensino superior constituem a prioridade do actual governo", salientou o ministro, lembrando que a despesa com a educação aumentou consideravelmente no último Orçamento de Estado.
O ministro guineense disse também que a "comemoração dos 20 anos da Faculdade de Direito de Bissau é um motivo de orgulho dos governos guineense e português".

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=28923&catogory=Guin%E9%20Bissau

Apoio financeiro de Angola à Guiné Bissau: 25milhões!

  Guiné Bissau

Banco Privado Atlântico vai gerir créditos concedidos por Angola
- 3-Dec-2010 - 15:15
O Banco Privado Atlântico, de capitais angolanos, vai gerir 25 milhões de dólares da linha de crédito concedida por Angola à Guiné-Bissau.
O presidente executivo do Banco Privado Atlântico, André Navarro, está em Bissau à frente de uma delegação, que vai definir os mecanismos de implementação da linha de crédito de 25 milhões de dólares, prometidos pelo governo angolano à Guiné-Bissau, para apoiar iniciativas de empresários dos dois países.
André Navarro, que está em representação do governo de Angola, afirmou que podem concorrer a esta linha de crédito, agentes económicos guineenses e angolanos com projectos a longo e médio prazo a implementar na Guiné-Bissau.
Angola, que perdoou em novembro último a dívida da Guiné-Bissau, calculada em 38,8 milhões de dólares, vai também apoiar com 12 milhões de dólares o orçamento geral do estado guineense.
Mas esta soma fica muito aquém dos 127,6 milhões de dólares que o governo de Carlos Gomes Júnior pediu a Angola, para assegurar a estabilidade social no país, condição indispensável para o sucesso dos investimentos.
Angola que está interessada nos recursos naturais da Guiné-Bissau, tem entre outros um projecto para prospecção e exploração de bauxite em Boé, no leste da Guiné-Bissau e para tal pretende desenvolver o Porto de Buba, um projecto orçado em 60 milhões de dólares.

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=28952&catogory=Guin%E9%20Bissau

Cooperação africana para fornecer energia para Guiné Bissau

Guiné-Bissau recebe 30 mil litros de gasóleo do programa de energia
- 6-Dec-2010 - 22:21
O Governo da Guiné-Bissau recebe hoje os primeiros 30 mil litros de gasóleo no âmbito do programa de emergência para abastecimento de energia eléctrica à cidade de Bissau da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).
A convenção de financiamento do Programa Especial de Emergência para o Fornecimento de Energia Eléctrica a Bissau foi assinada em Agosto entre o governo guineense, a CEDEAO e a União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA).
O financiamento foi feito no âmbito da assistência pós-conflito e vai permitir às autoridades guineenses fazer face às dificuldades de produção, condução e distribuição de energia eléctrica, segundo um comunicado do Ministério da Economia.
A CEDEAO e a UEMOA tomaram a decisão de apoiar a Guiné-Bissau a resolver a crise energética na capital em 2008, mas só na semana passada foi aprovado em Conselho de Ministros o apoio de 10 milhões de dólares (7,48 milhões de euros).
A soma será aplicada na compra de combustíveis e lubrificantes para os grupos geradores durante um ano de exploração, bem como para a aquisição de equipamentos de controlo-comando e de três transformadores de 10 KWA.
No quadro do projecto multissectorial de reabilitação de infra-estruturas do Banco Mundial, a Guiné-Bissau beneficiou também de um donativo de 12 milhões de dólares (8,97 milhões de euros) para um programa de reabilitação dos sectores de electricidade e água da capital.

http://www.noticiaslusofonas.com/view.php?load=arcview&article=28970&catogory=Guin%E9%20Bissau

E a Folha não fez campanha durante anos por uma lei para punir infidelidade partidária no Brasil? Agora na Venezuela é autoritarismo?

São Paulo, sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Pacote chavista inclui punir político infiel
Assembleia Nacional venezuelana corre para aprovar série de medidas que darão mais poderes ao presidente
Leis regulam mídia, ONGs e funcionamento dos partidos; deputado pode perder mandato se votar contra "ideais"

FLÁVIA MARREIRO
DE CARACAS
A Assembleia Nacional da Venezuela, dominada pelo governo, iniciou ontem regime de sessões extraordinárias para aprovar um vasto pacote legislativo, encabeçado pela chamada lei habilitante -a transferência de prerrogativas legislativas a Hugo Chávez.
Na terça, os deputados chavistas aprovaram em primeiro turno os superpoderes legislativos para o presidente por um ano, e esperava-se que a decisão fosse ratificada ainda ontem.
Ainda que Chávez diga que necessita legislar por decreto por causa das fortes chuvas, o projeto de lei habilitante permitirá a ele legislar por decreto a respeito do "sistema socioeconômico da nação" e outros oito pontos.
O texto fala que, por meio da prerrogativa, o governo atuará para erradicar as desigualdades que derivam da "especulação, da usura, da acumulação de capital, dos monopólios, oligopólios e latifúndios".
Ontem, Chávez afirmou que já tinha "uma bateria de 20" primeiros decretos prontos para assinar, à espera da ratificação.
Mas os deputados passaram a maior parte do tempo discutindo acaloradamente um outro projeto controverso: o que prevê até perda do cargo para os parlamentares que decidam mudar de partido ou votem contra os ideais "político-ideológicos" apresentados em campanha.
A proposta de mudança da lei dos partidos só surgiu nesta semana na pauta.
Os poucos deputados não chavistas da Assembleia acusaram os governistas de temerem fraturas em sua bancada na próxima legislatura, que assume em 5 de janeiro.
Na nova Assembleia, o chavismo não terá mais maioria qualificada, daí a corrida dos deputados para aprovar o maior número de normas até lá.
"Fomos eleitos num mandato de cinco anos e temos direito de exercê-lo até lá. A oposição está inventando uma teoria constitucional nova para dizer que não podemos fazê-lo", disse à Folha o deputado chavista Manuel Villalba.
"Todos os presidentes anteriores tiveram leis habilitantes, e não houve essa reação. Não é uma invenção nossa. Estamos seguindo nossa Constituição", continuou ele.
CIBERCRIMINOSOS?
Villalba foi um dos responsáveis por duas das mais controvertidas iniciativas: a lei de responsabilidade da mídia e lei orgânica de telecomunicações.
As duas foram aprovadas em primeiro turno e também esperavam ratificação.
O deputado respondeu às críticas de entidades de mídia e de direitos humanos, que consideram a nova lei de mídia um golpe à liberdade de informação na internet.
Segundo o Villalba, a Venezuela não está sozinha na intenção de regular a rede. "Precisamos protegê-la dos cibercriminosos", disse.
O pacote legislativo ainda inclui norma que proíbe o financiamento estrangeiro para partidos políticos -legislação similar à do Brasil-, mas também para ONGs de defesa de direitos políticos.
A socióloga Margarita López Maya, intelectual próxima do chavismo até 2007, chamou de "fujimorazo" os superpoderes a Chávez. Foi uma referência ao ex-presidente do Peru, Alberto Fujimori, que fechou o Congresso em 1992

CLÓVIS ROSSI: Mercosul ganha voz. Falta falar

São Paulo, sábado, 18 de dezembro de 2010


CLÓVIS ROSSI
Mercosul ganha voz. Falta falar

ERA UMA VEZ um tempo em que Henry Kissinger, então secretário de Estado americano, ironizava: "Se eu quiser falar com a Europa, que número de telefone devo discar?".
Alusão ao fato de que não havia no conglomerado europeu uma voz que falasse por todos.
Qualquer interessado em falar com o Mercosul poderia repetir a ironia de Kissinger porque também não há quem fale pelo bloco de quatro países sul-americanos mais seus associados Bolívia e Chile mais a Venezuela, prestes a se tornar membro pleno.
Não havia até ontem. Acaba de ser criado o cargo de Alto Representante do Mercosul, com a missão justamente de ser a voz do bloco ante terceiros.
Aliás, vale ressaltar que a União Europeia, anos depois da brincadeira de Kissinger, criou o seu Alto Representante e mais recentemente dotou-se de um presidente permanente e de uma comissária que é uma espécie de chanceler também permanente.
Em tese, um ou ambos falam em nome dos 27 países da UE. Mas só em tese. Na prática, quem continua falando pela Europa são os chefes de governo de cada país, especialmente da Alemanha e da França.
É claro que é cedo para dizer se ocorrerá o mesmo com o Alto Representante do Mercosul. Os antecedentes não são favoráveis: já houve não um representante mas uma comissão deles, entre 2003 e 2007. Não deixou rastro.
Mais importante pois do que a eficácia ou não do novo funcionário é o fato de que a sua criação se encaixa na palavra-chave da diplomacia brasileira com Dilma Rousseff.
Trata-se de "institucionalização", que figura como prioridade no memorando de 10 páginas que Marco Aurélio Garcia, hoje como amanhã assessor diplomático do Planalto, encaminhou à sua futura chefa.
Traduzindo: a era da agitação (no bom sentido), das iniciativas seguidas, da criação, será substituída pela consolidação do criado. Ou, ao menos, a tentativa de fazê-lo.
Institucionalização é, por exemplo, criar o cargo de Alto Representante. Ou transformar a Unasul (União de Nações Sul-Americanas) em uma instituição que funcione organicamente e não espasmodicamente como até agora (por mais que alguns espasmos tenham sido úteis como ao apagar incêndios primeiro na Bolívia e depois no Equador).
Admito que "institucionalização" é uma palavrinha que provocará bocejos principalmente nos jornalistas, viciados como somos em emoções fortes. Mas é necessária para que a diplomacia sul-americana não fique girando em falso.
A consolidação institucional vai, na opinião de Marco Aurélio, além do subcontinente. "Não é possível que o Bric se resuma a uma cúpula anual", diz ele.
Minha opinião: cúpula anual é até muito porque o Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) não é um grupo, mas uma invenção de uma instituição financeira, que só tem em comum o tamanho (grande) de seus membros e o fato de estarem em expansão econômica.
No principal -história, geografia, cultura, regimes políticos-, não têm o mais remoto parentesco que lhes permita desenvolver interesses comuns.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Avanço chinês na Argentina

Otro avance chino: compran la cuarta productora local de petróleo

11/12/10

Sinopec pagará US$ 2.450 millones por Oxy. Pesó el control de precios.

Por Martín Bidegaray

A menos de una semana de que una empresa china comprara Pan American Energy (PAE), la segunda petrolera más importante del país, ayer otra compañía de ese país, Sinopec, anunció que se quedará con la cuarta empresa productora argentina de crudo. Se trata de Occidental Petroleum, de la estadounidense Oxy. La estatal Sinopec pagará US$ 2.450 millones por la compañía, cuyos mayores yacimientos se encuentran en Santa Cruz, Chubut y Mendoza.

Tal como lo señalaron varios especialistas cuando se vendió PAE, se consolida el mapa en el que mandan los empresarios nacionales (las familias Eskenazi y Bulgheroni, Cristóbal López) y las firmas de países emergentes , como las chinas CNOOC y Sinopec.

Las empresas estadounidenses ya no están en posición de esperar un tiempo largo para ver réditos.

Quieren ganancias inmediatas. Los chinos, en cambio, tienen suficientes ahorros como para aguardar”, señaló una persona que participó de la negociación, pero que no estaba autorizada a hablar al respecto.

“La salida está directamente vinculada al control de precios (sobretodo, para el gas) que complica la obtención de ganancias”, dijo Philip Weiss, un analista de la consultora Argus Research a la agencia Bloomberg .

El ex secretario de Energía Daniel Montamat considera que “la intervención de Guillermo Moreno desalentó el mercado en downstream (refinerías), pero a hora veo que también alcanza al upstream (producción)” . De todas formas, cree que los referentes de la oposición planean darle un marco de mayor certidumbre en la explotación petrolera, y que eso sirve como incentivo para las petroleras.

La estadounidense vendedora obtenía de la Argentina un 5% de su producción mundial . Sinopec comunicó que sumará reservas por 393 millones de barriles de petróleo y una producción diaria de 51.000 barriles.

Sinopec también se asoció con Repsol YPF en Brasil , para formar una empresa de US$ 17.800 millones. Y CNOOC, la otra china con voracidad por este recurso, pagará US$ 7.059 millones por el 60% de PAE que poseía British Petroleum. Esta operación se hizo con la familia Bulgheroni, a través de Bridas. Bridas ya poseía el 40% de PAE.

Desde marzo, CNOOC es dueña de la mitad de Bridas, por la que pagó US$ 3.100 millones.

Sinopec, también llamada China Petrochemical Group, protagonizará el crecimiento de la demanda de petróleo. La Agencia Internacional de Energía calcula que la mitad del petróleo que se consumirá hasta el 2035 será por impulso chino.

El precio del barril de crudo, que hoy está en US$ 88, superará los US$ 100 en 2015, según estimaciones de esa agencia.

Además de Sinopec y CNOOC, el tridente chino se completa con CNPC. La compañía negoció con Repsol por la mayoría que los españoles tienen en YPF, pero no llegaron a un acuerdo.

“El objetivo chino es cortar con la importación de crudo y asegurarse ese insumo estratégico a largo plazo ”, suele decir Víctor Bronstein, un experto en energía, muy avezado en temas chinos.

Occidental es la cuarta petrolera más importante de los EE.UU, con una valuación de US$ 66.000 millones. Su salida –y la de BP– corrobora que los que hablan en inglés ceden ante los que se entienden en mandarín o español .

Esso, filial de la gigante Exxon, está sondeando interesados en su red de estaciones de servicio en el país. La angloholandesa Shell también puso en pausa sus futuros desarrollos. Chevron, la tercera más importante (después de YPF y PAE), es la única que muestra cierta vocación de crecimiento: compró pliegos para participar en licitaciones de tight gas y shale gas, el mismo tipo de gas poco convencional del que YPF dice haber encontrado el equivalente a 16 años de reservas, un dato bastante cuestionado por la mayoría de analistas.

Movimientos entre los surtidores

La marcha de Bridas para quedarse con Esso encontró un contendiente que estaba indagando pero que no avanzaba: Petrobras. Los brasileños finalmente se decidieron a realizar una oferta concreta. Si Bridas se queda con Esso, integraría producción y surtidores en una sinergia que los analistas elogian. En cambio, si es Petrobras el que da el golpe, la estatal brasileña se convertirá en el segundo jugador del mercado, atrás de YPF.

El traspaso de la refinería y estaciones de servicio de Petrobras a Oil M&S (de Cristóbal López) sigue estancado. Aunque en la firma del zar del juego dijeron que ya se había “hecho el primer cambio de bandera” y que se perfeccionaría hacia fin de mes, aún quedan cuestiones pendientes entre las partes.

http://www.clarin.com/politica/avance-compran-cuarta-productora-petroleo_0_388161316.html

Argentina quer restringir importações de automóveis

El Gobierno quiere reducir las importaciones de autos

11/12/10

En una reunión tensa, la ministra Giorgi pidió a las empresas que presenten un plan.

Ya sea con los comentarios irónicos del secretario de Comercio Guillermo Moreno o con las reuniones más formales de la ministra de Industria Débora Giorgi, el Gobierno está presionando a los empresarios para que limiten las importaciones. Así busca encausar una variable que viene creciendo más del 40% este año y pone en riesgo el superávit comercial.

Giorgi se reunió ayer con los dirigentes de CIDOA, la cámara que nuclea a las principales empresas importadoras y distribuidoras de autos del país y, sin más vueltas , les pidió que reduzcan un 20% las compras a los países fuera del Mercosur.

“La ministra requirió que presenten un plan de importación de vehículos desde terceros países para 2011 que implique una reducción de los valores importados este año, y que trabajen en programas de exportación de materiales y piezas producidas en el país tendientes a lograr una balanza comercial más equilibrada”, informó el Ministerio de Industria en un comunicado. En números, tendrían que cortar US$ 200 millones, informaron desde esa cartera, ya que calculan en US$ 1.000 millones el valor de las importaciones de estas compañías.

En la reunión estuvieron el presidente de CIDOA, Arturo Scalise (Mitsubishi); el secretario, Norberto Cavicchioli (Hyundai); Mauricio Sepúlveda (Subaru) y Daniel Lucesoli (CIDOA). Aunque ninguno quiso responder a las consultas de este diario, fuentes allegadas a las compañías señalaron que la reunión fue tensa y que las importadoras se encontrarán el lunes para decidir cómo responderán.

Desde el Gobierno creen que las empresas preferirán avenirse al pedido y seguir disfrutando de un boom de ventas aunque sea más acotado. La alternativa sería enfrentarse a limitaciones de hecho, como vivieron otros sectores y como Moreno ya advirtió que sucederá con ciertos alimentos desde enero.

CIDOA reúne a 11 empresas. Entre otras, están Kia, Volvo y Subaru. Honda y BMW, que importan pero no producen en el país, no fueron convocadas a la reunión.

Hasta noviembre se vendieron en el país 41.630 autos y utilitarios importados por distribuidores y particulares (es decir, adicionales a los traídos por las automotrices que fabrican en el país). La cifra representa un alza de casi 60% respecto de 2009.

Giorgi explicó que “debido a la lenta recuperación de mercados maduros como Europa y EE.UU., la producción regional de vehículos compite en precio con los producidos extrazona. Se trata de preservar la producción regional frente a la sobre-oferta mundial, fundamentalmente en vehículos de gama medio-alta”, indicó.

http://www.clarin.com/politica/gobierno/Gobierno-quiere-reducir-importaciones-autos_0_388161338.html

Venezuela: criação da economia comunal

Economía
sábado 11 de diciembre, 2010

Emergencia climática

Asamblea creó estructura de la economía comunal

Las nuevas empresas estarán exentas de las cancelaciones de tributos

El Ejecutivo Nacional delegó en la Parlamento la consolidación del modelo socialista y esta semana los diputados decidieron acelerar las leyes que modifican la gestión del territorio, afianzan a las comunas y estructuran el régimen, mediante el cual la propiedad pasa a manos de las comunidades.
El pasado jueves los diputados iniciaron las revisiones de las cinco leyes comunales, y de ese conjunto de instrumentos ya la Ley Orgánica del Poder Popular fue aprobada.
Ese texto es como la ley marco del régimen, porque crea el Estado Comunal así como las bases de la economía comunal.
El instrumento señala que "la economía comunal permite a las comunidades organizadas la constitución de medios para la producción, distribución, intercambio y consumo de bienes y servicios, así como de saberes y conocimientos, desarrollados bajo formas de propiedad social comunal a fin de satisfacer las necesidades colectivas y realizar la reinversión social de los excedentes".
Esa sistema económico comunal estará adaptado a lo previsto en el Plan de Desarrollo Económico y Social.
El marco legal otorga a las nuevas organizaciones socioproductivas beneficios tributarios y privilegios en las contrataciones públicas.
Las disposiciones indican que los entes públicos "en sus diferentes niveles político-territoriales, adoptarán medidas para que las organizaciones socioproductivas de propiedad social comunal, gocen de prioridad y preferencia en los procesos de contrataciones públicas para la adquisición de bienes, prestación de servicios y ejecución de obras".
Eso significa que cuando se convoquen las contrataciones la primera opción la tendrán las empresas comunales.
La Ley apunta que las organizaciones socioproductivas "estarán exentas de todo tipo de pagos de tributos nacionales y derechos de registro. Se podrá establecer mediante leyes y ordenanzas de los estados y municipios, respectivamente, las exenciones previstas para las instancias y organizaciones de base del poder popular".
El desarrollo
La economía comunal se desarrolla en el proyecto de Ley de Sistema Económico Comunal, el cual todavía no se ha discutido, debido a que ayer se seguía analizando la Ley Orgánica de las Comunas.
En la propuesta del sistema económico comunal, los parlamentarios crean las empresas de propiedad social comunal, las unidades productivos familiares y mantienen el sistema de trueque, contemplado en la Ley de la Economía Popular redactada en 2008.
Según el proyecto, el objetivo es desarrollar el modelo productivo socialista, el cual se entiende como el sistema que "basado en la propiedad social, orientado hacia la eliminación de la división del trabajo del modelo capitalista y dirigido a satisfacer las necesidades crecientes de la población a través de nuevas formas de generación así como de reinversión social del excedente".
Ante la definición del sistema, la propuesta indica que las empresas de propiedad social comunal serán aquellas "unidades que estarán en un ámbito territorial y estarán destinadas al beneficio de los productores y de la colectividad".
En el modelo que intenta ejecutar el Gobierno se contempla que las nuevas unidades productivas deben estar en los distritos motores de desarrollo, que ya fueron creados en la Ley del Consejo Federal de Gobierno, aprobada en el primer semestre del año.
Ese texto señala que "en los distritos estarán las cadenas productivas socialistas que serán el fundamento de la estructura económica de la Nación".
El sistema económico comunal recibirá recursos del Gobierno central, los estados y los municipio y utilizará aquellos fondos generados en el desarrollo de la actividad.
En ese marco se ordena la creación del Fondo de Mantenimiento Productivo, Fondo de Atención a los Productores y Fondo Comunitario para la Reinversión Social.

http://www.eluniversal.com/2010/12/11/eco_art_asamblea-creo-estruc_2133989.shtml

Ataque chinês ao Nobel 3

Peace prize a political farce

By Xia Dongmei (China Daily)
Updated: 2010-12-11 08:30

Decision to honor a convicted criminal who tried to subvert State power betrays Alfred Nobel's respected principles

On Friday, the Norwegian Nobel Committee held a "recipient-absent" ceremony in Oslo to award the so-called "peace prize" to Liu Xiaobo, a convicted criminal serving prison sentence for instigating subversion of state power. The whole event has become an out-and-out political farce.

Liu Xiaobo, the choice of the Nobel Committee, claimed more than 20 years ago that the Chinese people were totally impotent, both physically and spiritually. He said that "it took 100 years of colonial rule for Hong Kong to become what it is today. And it will surely take 300 years of colonial rule for China, which is so big, to be like today's Hong Kong. I even doubt whether 300 years would be enough." Over the years, he has been instigating subversion of China's state power and social system by writing and openly posting online subversive articles and organizing and coaxing signatures of others. In 2009, he was sentenced to prison for violation of Article 105 of the Criminal Law of the People's Republic of China.

One can certainly imagine the reaction of the Chinese people to the decision of giving this year's peace prize to such a person. According to the opinion poll conducted by China's Global Times on Oct 18, 77.1% of the respondents did not know who Liu Xiaobo was; nearly 75% of the respondents believed that the Nobel Committee "was pressurizing China and trying to make China accept the Western political system." The result of the poll must come as a surprise to some people in the West.

What must also come as a surprise to them is that despite the claim that this year's decision to give the prize to Liu Xiaobo was made on the basis of their standard of "universal values", those so-called "universal values" they preach are in fact not universally recognized. People with vision and insight in the international community have criticized the Committee's decision. Over 100 media organizations from more than 50 countries, including some from Norway, have published articles to express different opinions. This shows that deception and lies cannot blind people's eyes.

It must come as an even bigger surprise to them that, despite their attempts of deception, blackmail and threat, over 100 countries and major international organizations have supported China's position. This constitutes a large majority of countries and international organizations in the world. Over 20 countries that have permanent missions in Norway have refused to attend the ceremony. Of the countries and organizations that attended the ceremony, some were only represented by low-ranking officials. This is unprecedented. It fully proves that the Nobel Committee is biased and its claim for "universal values" is false.

How come there are so many surprises? Shouldn't the few people on the Nobel Committee and their supporters behind the scene think it over?

More than a hundred years ago, Alfred Nobel made his will to grant his wealth to those who "shall have done the most or the best work for fraternity between nations, or the abolition or reduction of standing armies and for the holding and promotion of peace congresses." However, the Nobel Committee today has time and again betrayed Nobel's principles. It has completely tarnished the Peace Prize and the very word of "peace".

Some people also claimed that this year's choice is a "political decision" and that the "China issue" must be dealt with. They have indeed spoken out their mind. As early as 21 years ago, the Nobel Committee gave the Peace Prize to the Dalai Lama, a separatist bent on splitting China. Their dream was that China would fall apart and take to the Western path. We are already in 2010, and the Nobel Committee is still day-dreaming. The world cannot but wonder how the Committee can have a dream for as long as over 20 years.

The world today is undergoing profound and tremendous changes. The vast number of developing countries, historically bullied and humiliated, are now growing stronger. The days when world affairs were monopolized by a handful of countries are getting farther and farther away from us. The call for peace, development and cooperation of the billions of people in developing countries is the truly universal call of the times. Against the backdrop of this historic trend, the 1.3 billion Chinese people are working hard to maintain stability and development at home and promote the building of a harmonious world. Hundreds of millions of Chinese have been lifted out of poverty in one generation's time, and profound changes have taken place in the country and people's lives. China is a staunch force for world peace and stability. The contribution it has made to world peace and development is significant. If some people want to discuss "universal values", why wouldn't they listen to the voice of the people of developing countries? Why wouldn't they recognize the real changes taking place in China and go with the trend of development in the world?

There are always some who cling to the Cold-War or even colonial mentality, even in this 21st century. They regard themselves as the judge, the teacher, even though they have never been selected by the people of developing countries. They have never experienced the real life in developing countries, but they tend to act like the Savior wherever they go. They assume that they can forever distort the fact and block the truth by using political maneuvers. This is a downright mistake against the trend of time. It is wrong in nature no matter how pretty its outfit may be.

For the just cause, support is abundant; for the unjust, little. Those who support justice know for themselves what is right and what is wrong. This year's Nobel Peace Prize has become a rigged political tool and is destined to fail. And those who have clamored support for this year's award will certainly end up in disappointment and frustration. "Despite apes' screak on both riverbanks, the boat has swiftly sailed past ten thousand mountains." The step forward of the Chinese people will not be held back. Nor will the trend of progress in the world. Any prejudice, arrogance or hypocrisy will be cleared with the advance of time.

http://www.chinadaily.com.cn/opinion/2010-12/11/content_11686473.htm

Ataque chinês ao Nobel 2

Many nations support Beijing's stance

2010-12-11 09:05:35 GMT2010-12-11 17:05:35 (Beijing Time) China Daily

BEIJING - China criticized the awarding of the Nobel Peace Prize to a jailed Chinese subversive on Friday, saying Beijing will resist any attempts to use the prize to interfere in its internal affairs.

Experts said the fact that many of the invited nations stayed away from the ceremony showed strong support for Beijing's stance.

"We are firmly against attempts by any country or individual to use the Nobel Peace Prize to interfere in China's internal affairs and infringe on China's judicial sovereignty," said Chinese Foreign Ministry spokeswoman Jiang Yu.

Jiang said China's position "has won the understanding and support of more than 100 countries and major international organizations".

The reaction followed the Nobel Prize Committee's decision to honor Liu Xiaobo with the peace prize in Oslo on Friday night, Beijing time.

"Facts have fully shown that the decision of the Norwegian Nobel Committee does not represent the wishes of the majority of the people around the world, particularly those in developing countries," Jiang said.

Liu, a Chinese citizen, was sentenced to 11 years in prison on Dec 25, 2009, after a Beijing court convicted him of violating Chinese law and engaging in activities designed to overthrow the government. His appeal to the higher court was rejected in February.

The Foreign Ministry earlier warned Norway that its strong support of the Nobel Prize Committee's decision would hamper its relations with China.

On Thursday, Jiang urged United States lawmakers to "change their arrogant and rude attitude" on the Liu Xiaobo issue.

It followed the US House of Representatives' approval of a resolution on Wednesday that congratulated Liu for winning the prize and called on China to release him.

US President Barack Obama said on Friday that Liu Xiaobo represents "universal" values.

Meanwhile, a spokeswoman for the Vietnamese foreign ministry said the award of the Nobel Peace Prize this year appeared to have a political objective.

"The goal of the Nobel Peace Prize is to promote peace and friendship among people," Nguyen Phuong Nga said in a statement.

Gao Mingxuan, a noted Chinese criminal law expert, said the decision to give the award to Liu smacks of anti-Chinese sentiment.

"They are obviously harboring political motives."

Ni Feng, a researcher from the Chinese Academy of Social Sciences, said some Western countries seem to be intent on forcing their values on China.

"It is not strange that the human rights issue haunts the relationship between China and Western countries," Ni said. "They try to impose their standards of human rights on China."

Gao said Liu clearly meant to incite people to subvert legitimate State power and overthrow the government. He said Liu's call to "change the regime" and "set up a federal republic of China" was inflammatory.

"These words went beyond the scope of free speech and were harmful to society," Gao said. "If Chinese people did act according to his wishes, the country would surely suffer from wars and conflicts, destroying the present peace that China has worked so hard to achieve."

Gao said China should instead continue to develop its economy and further its reform and opening-up policies. As for any social problems, he said they would be best dealt with gradually.

Many newspapers have been skeptical about the apparent attempt to manipulate China.

The Nobel Prize Committee's decision to single out the controversial Liu was "tantamount to cultural hegemony and colonialist assumptions of superiority of the worst and most discredited order", wrote the editorial writer at Kenya's Daily Nation earlier this week. But both the Nobel Committee and the US want to "impose their own world views on the rest of humanity".

Jiang, the Foreign Ministry spokeswoman, said prejudice and lies and a Cold War mentality have no place in the modern world and added "this political farce will in no way shake the resolve and confidence of the Chinese people to follow the path of socialism with Chinese characteristics".

Source:http://english.sina.com/china/2010/1211/351668.html

Ataque chinês ao Nobel

Insult of the Nobel Peace Prize

2010-12-11 07:01:22 GMT2010-12-11 15:01:22 (Beijing Time) Xinhua English

Hege Ulstein, a commentator, wrote in a Norwegian newspaper on Dec. 4 that the Norwegian Nobel Committee has insulted the Noble Peace Prize. Excerpts, translated from the Norwegian, follow:

Alfred Bernhard Nobel invented dynamite and the Chinese invented gunpowder, but what did the Norwegian Nobel Committee invent?

This week, the Norwegian Broadcasting Corporation (NRK) disclosed that the 2006 Nobel Peace Prize winner Muhammad Yunus misappropriated foreign aid funds, and some of the people who got loans from Grameen Bank, which he set up, were forced to become indentured laborers and live in penury.

The Norwegian Agency for Development Cooperation and the Norwegian Foreign Ministry knew that as early as 1998 and informed the Norwegian Nobel Committee, which gives the Nobel Peace Prize, about the fact.

But Ole Danbolt Mjos, then chairman of the Norwegian Nobel Committee, and Geir Lundestad, then director of the Norwegian Nobel Institute, adamantly defended their decision of choosing Yunus. This is a worrying development.

Lundestad said that during the two decades he worked for the Nobel Institute no other nominee was as recognized as Yunus by experts in Norway and abroad. This indicates the Nobel Committee was reluctant to even glance at the information provided by the Norwegian Foreign Ministry, or that it had not been checking nominees' backgrounds thoroughly to determine whether they really deserved the peace prize. Both possibilities are scary.

Looking back at the past few winners, we can say that the Nobel Committee did not carry out thorough analyses, even disregarded facts, before awarding the prize. It is not important to find out the reasons for the committee's action or inaction, because the results were the same. The basis for awarding the prize has not been solid in recent years, including this year.

Mjos defended himself saying the committee felt it (not checking facts on and backgrounds of nominees) is a good thing. He used the word "feel", instead of "believe". While awarding the peace prize, does the Nobel committee always "do what it feels is right" rather than "what is right"? Considerable facts prove that it does what it feels is right.

The 2009 and 2010 peace prize winners reflect the partisanship of the Nobel Committee -- it cheers politicians from the West and opposes leaders from the East. It praises the United States and blames China.

Therefore, we can conclude that the Nobel Committee does not consider the difference in situations in different countries and different parts of the world even when it checked the background of those nominated for the prize.

Its own words and actions reveal certain defects in its analyses. In fact, it has discovered certain problems in that process but has chosen to ignore them.

Severe partisanship has already made the Nobel Peace Prize a prize of the West, although countries in the East are playing an increasingly important role in today's world.

One example of this partisanship is the selection of Hollywood's Anne Hathaway as hostess for the Nobel Concert. Why has there never been a hostess from Bollywood in India? Does the committee still consider India a peripheral country? Does it still believe the center of the world is somewhere in the Atlantic? Let's not forget there are more than 1 billion people in India, more than that in Europe and the US combined.

Of course, the Nobel Committee has many a time chosen the right people for the peace prize, people who deserved the honor. But the present chairman of the Norwegian Nobel Committee, Thorbjorn Jagland, is an ambitious man. He hopes to change the world by influencing certain events. But he has always failed.

By granting the 2009 prize to US President Barack Obama, the Nobel Committee had already created some negative effects. Jagland may have wanted to award this year's prize to a Chinese, but why did he choose Liu Xiaobo?

If Jagland wanted to simply cheer up China's "reformists" with the prize, Liu was by no means a wise choice, for he criticizes Chinese culture and wants to mold China into a Western-style society.

Any reform in China has to take place in line with the changing times in the country.

The committee must have been full aware of the negative effects of giving the prize to Liu, who is behind bars, but it still went ahead because it simply intended to promote Western values in China.

If the Nobel Committee wants to remodel history, it should have a clear idea about the changing world. All the five members of the committee are aged politicians. They hope to change the world but lack the basic knowledge about the global situation. This will make the Nobel Peace Prize lose its importance and glory some day.

Sadly, there is little we can do to stop the Nobel Committee from making decisions that violate the original purpose the Nobel Peace Prize.

After the US president was given the prize last year, a columnist wrote in The New York Times that Obama had been "thorbjorned". We could now say that Alfred Bernhard Nobel has been "thorbjorned", too.

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Source:http://english.sina.com/china/2010/1210/351659.html

Islam and environment

Islam and environment

SADIA DEHLVI, Dec 7, 2010, 12.00am IST

The ecological crisis is one of the biggest challenges of our time. Perhaps, this reflects a deeper spiritual malaise where a sense of the sacred is lost.
There is a need to understand the underlying philosophical causes for our rapacious attitude towards the environment. Faith leaders could play a positive role in saving Planet Earth, for we are all created and nourished by the same source.
In the Quran, God speaks of creating everything in balance, and warns that transgression of the balance shall have disastrous consequences. Muslims understand humanity as part of the extraordinary cosmic symphony. However, what differentiates us from the rest of creation is our role as vice-regents of earth. Allah refers to humanity as the best of creation that He endowed with the gifts of nature, giving humanity the power of knowledge and free will. As trustees, the children of Adam are expected to rise above greedy impulses and turn the earth into a manifestation of the Garden of Eden in anticipation of the promised Gardens of Paradise. In contrast, we could reject this 'water principle' and use the 'fiery principle' to turn the earth into a kind of hellfire. This implies succumbing to anger, greed, envy and other negative aspects.
There are over 6,000 verses in the Quran, of which more than 500 deal with natural phenomena. Allah repeatedly calls on us to reflect on His signs, which include all aspects of nature such as trees, mountains, seas, animals, birds, stars, the sun and the moon – and our own hearts. Islamic jurisprudence contains regulations concerning the conservation and allocation of scarce water resources; for the conservation of land with special zones of graded use; for the establishment of rangelands, wetlands, green belts and for wildlife protection and conservation.
Prophet Muhammad had declared a 30 km area around his city of Madinah a protected grove, prohibiting the cutting down of trees within its borders. He prescribed picking up litter from the streets as an act of faith. He forbade the cutting of cedar trees in the desert that provided shade and shelter to animals. He calls upon us to be what God intended us to be, which is in harmony with nature.
Prophetic teachings inform that followers of earlier prophets had specific places of worship but the whole of earth was sanctified for his followers, 'All of the earth has been made to me as a mosque'. The act of ritual prayer in Islam precisely reconnects human beings to the sanctity of the earth. It begins in a standing position, then in a position of prostration where the forehead; a symbol of human pride is pressed to the earth from which we originated. The Quran confirms that God created Adam from clay, making man just another part of the physical world.
Human beings have the capacity to subvert the world, far more than any other living species. We also have the capacity to uphold the physical world. Islam believes that all human souls come from a garden; and at the end of time each soul will either enter the garden or the fire. We could turn the world into something that becomes hotter, greedier, and more destructive or we can turn it into something that is calm that reflects the Divine purpose.
Prophet Muhammad famously said, 'Even if the Day of Judgment should arrive and you are holding a sapling in your hand, plant it'. This indicates that one should never lose hope and continue one's best to be at peace with the earth till the very end.
The writer convenes Sufi gatherings. sadiafeedback@gmail.com

Read more: Islam and environment - The Times of India http://timesofindia.indiatimes.com/life-style/spirituality/faith-and-ritual/Islam-and-environment/articleshow/7053540.cms#ixzz17qLOY3fH

'Universities could mandate generic production for poor countries'

Q&A

'Universities could mandate generic production for poor countries'

Feb 1, 2010, 12.00am IST

Many drugs with great therapeutic impact, such as Gleevec for cancer, Stavudine for HIV/AIDS, and Zemplar for kidney failure, have come from university medical research. The Universities Allied for Essential Medicines (UAEM) is a non-profit organisation rooted in a university students' movement to change the norms of patenting and licensing of drugs discovered in universities to ensure their accessibility in developing countries. UAEM executive director Ethan Guillen spoke to Rema Nagarajan about the campaign.


How did UAEM come into being?
UAEM was formed in 2001 when AIDS patients were dying because they could not afford the cost of treatment, which was $10,000 annually. One of the medicines needed, Stavudine, cost $1,600 per year. As it turned out, Stavudine had been discovered at Yale University, which held its patent. Initial entreaties to the university and Bristol Myers Squibb (BMS) to allow generic production were turned down. So, Medecins Sans Frontieres (MSF), which was treating HIV patients in South Africa, mobilised a campaign with students at Yale. Eventually they were able to convince Yale and BMS to allow generic production of Stavudine, which brought down the price to just $55 per year.


How can universities help increase access to medical technologies?
Universities are key innovators in medicine and other health-related technologies.  For instance, of the HIV medicines approved for use between 2001 and 2006, 36 per cent have patents from universities and public research institutions. Universities are also the originators of critical vaccines. Once a university makes a discovery, it often takes out a patent and passes that medical technology on to a pharmaceutical company through a licensing agreement. The university can put in clauses that require low-cost access to the final product, particularly in poor countries, through a variety of mechanisms. For instance, the university could mandate generic production for poor countries or price concessions. Happily, we're starting to see more of these deals after many years of advocacy on the issue. 


How can university students make a difference?
Today, many universities in the US, Canada, and Europe consider offering affordable access to their discoveries in poor countries. These initiatives have been primarily driven by students by students doggedly advocating on the issue from individual campuses. From getting bills introduced in the US Congress to advocating on the role of universities as public interest institutions at the World Health Organisation, the students have also worked with the WHO to get medicines to treat heart disease onto the essential medicines list in light of the growing burden of non-communicable diseases in poor countries.


How much resistance does UAEM face from the universities or researchers? How does UAEM tackle it?
Initially, resistance to the concept of systematic access licensing was quite strong amongst many university officials, and in certain areas it still is.  In the past 10 years our advocacy has ranged from having meetings to educate university leaders, where we always start, to protests in cases where simply explaining the importance of the issue hasn't been enough.  Researchers have been somewhat different from university administration as they usually do their jobs to find a cure to change the world.  Many have been great allies since the Stavudine campaign.  In that case, the inventor wrote an opinion editorial in the New York Times that was key to the campaign's success. While we have moved a long way toward making access licensing to improve affordable access to medicines the norm, the new resistance we face is universities fighting for provisions to increase pharma company monopolies. We think that universities as evidence-based, public institutions dedicated to improving society, should not mindlessly fight on the side of the pharmaceutical or biotech industry.


What is UAEM's presence in the US campuses and outside the US?
UAEM now has a solid presence in approximately 70 universities in the US, Canada, UK, Germany, Norway, and Brazil (listed in the order in which the movement spread).  Canadian chapters came on board very early. The UK came on board soon after and University of Edinburgh adopted a policy about a year ago, while other universities in the UK are now considering policies.  In Germany, Bayh-Dole-style legislation (named for the US act that governs university patenting) was more recently adopted and the chapters there have worked closely with civil society to spread the word about access licensing. We've seen success from Charite, the largest research university hospital in Europe, based in Berlin, signaling a willingness to adopt a policy.  The movement in Norway and Brazil is much newer, but given the energy of the student members, we have great hope for things advancing quickly. In each case we've worked hard to make sure that UAEM's model is adapted to the local context and have been lucky to lead off with major institutions who can set the tone for other universities. Recently, Jawaharlal Nehru University signed onto a statement on access, though till date we do not know how the policy is being implemented. We have recently made some contacts there and hope to find out.


What does UAEM have to say about the pressures universities face to become self financing and to raise finances for their research?
We need to ask ourselves as a society if we value independent organisations dedicated to both educating the next generations and serving society.  If we do, then governments cannot back away from their commitments to fund universities.  If we imagine a world where universities are funded heavily by industry, we will face a future where universities are no longer making breakthrough discoveries that arise from science for science's sake. Industry funding comes with a focus on commercial outcomes because, quite understandably, industry plays a role in society to create commercial goods. This is not to say that universities do not play a role in this.  The entire biotech industry arose out of university discoveries. In order for universities to become self-financing, we will have to have outrageous unaffordable tuitions, huge infusions of cash from industry, or some other combination of policy changes that will gut the very role of what public universities and research institutions play in society.  Markets have failed in creating new treatments for neglected diseases like Chagas or African sleeping sickness or tuberculosis.  The few researchers who do toil away on finding new treatments are usually in university labs.  If we replicate the failures of the market within our universities by pulling public funding I believe we will be in quite a sorry state as a society. It is worth noting that in the US, industry still funds well less than 10 percent of university research while the government funds around 70 percent.


Will universities be willing to forego the revenue they earn from licensing their drug discoveries?
Most university technology transfer offices (which deal with universities' patents) don't break even. They are often a drain on university finances. Technology transfer is an expensive affair and even now large revenues are concentrated on a few individual institutions, often for one blockbuster discovery. Making medicines discovered by universities available for generic production in developing countries will make little difference to university royalties given the small size of the market in the developing world. For example, Sub-Saharan Africa accounts for less than 1 per cent of the global pharma market. We need to ask if the revenues earned on a patent is worth restricting access to life-saving medicines for millions. This question becomes even more poignant when we consider that universities are public institutions funded by the public. Improving access in developing countries can be done at minimal cost while fulfilling a moral imperative.

Read more: 'Universities could mandate generic production for poor countries' - The Times of India http://timesofindia.indiatimes.com/home/opinion/interviews/Universities-could-mandate-generic-production-for-poor-countries/articleshow/7017063.cms#ixzz17qKYjgwL

The Chinese Are Coming

REBOOTING INDIA

The Chinese Are Coming

KANTI BAJPAI, Dec 11, 2010, 12.00am IST

Premier Wen Jiabao of China will come calling next week. China is India's largest and most powerful neighbour by far and therefore in a strategic sense the most consequential. It is also India's biggest trading partner, which makes it vital to the Indian economy. How should we at this juncture think about the relationship with China?
By way of context, it is crucial to remember that China is the second largest economy in the world and probably the second greatest military power as well. By any reckoning, it will be the greatest power on earth in 30 years if not sooner. It is hard to see what could stop its rise. There is a view that China's internal political and ethno-religious problems, its ageing population, and its peculiar state-led crypto-capitalist economy will singly or in combination constrain its elevation to the world's pre-eminent power. However, we should remember that before China both the US and UK had internal problems prior to their rise. Those problems did not fundamentally stop their ascent.
When Wen arrives in Delhi, he will set foot in the Indian capital as the leader of the next superpower if not the next global hegemon. Projections of China's GDP as a proportion of world GDP, in 30 years from now, range from roughly 25 per cent to 40 per cent. Whatever we may say about Indian economic growth, it is highly unlikely our country will be in the same position. However much it may gall us, we must acknowledge that the next century will be China's.
What are India's options in dealing with China? One option is to form an alliance or series of alliances against China to balance against its awesome power. Obvious partners here are the US, Japan, Russia, South Korea, and a string of South East Asian countries plus more remote powers such as France and the UK (or, if it ever becomes a cohesive strategic actor, the EU). All these actors have their own worries about China. Already, we can see an interest in the US and western powers and various East and South East Asian powers in engaging India which by virtue of its population and size is about the only country with the scale to potentially balance China in the long run. The problem here is that given China's economic links to these countries it is hard if not impossible for them to line up against it in an overt, effective way.
The other option is to bend at the knee and make concessions to China with the hope that Beijing will leave us alone. There are a number of bilateral issues that bring the two of us into conflict - territory, Tibet, river waters, and Pakistan, principally. New Delhi could simply give Beijing more or less what it wants on these. The problem is that China may want so much that it will not be possible for India to make sufficient concessions. Furthermore, on the question of our respective energy needs in the years to come, it may well be that the conflict will be so fundamental that India will not be in a position to give in.
A final option is to build Indian military strength to the point that we can deter China even if we cannot match it for overall national power. This is attractive enough but it does not answer the question of how we will do this when the Chinese could bully our military suppliers (Russia, the US, Europe). We could produce our own weapons, but the only weapon of any consequence that we have more or less successfully built is nuclear weapons. In any case, even if we can deter the Chinese from aggression, we may not prevent it from shaping world politics, as the US has done for the past century.
This suggests that perhaps the best thing we can do is what we are doing, namely, negotiate relentlessly with China, refuse to be provoked by it, engage with other states without allying against our northern neighbour, build our economy and internal political resilience, and deter aggression across the Himalayas. China did this in the last phase of the Cold War in its relations with the US. We need to do a China on China.

 http://timesofindia.indiatimes.com/home/opinion/edit-page/The-Chinese-Are-Coming/articleshow/7078878.cms#ixzz17qD6tdeC

Dani Rodrik: “la unión monetaria es imposible entre democracias si no hay una unión política”

Pensar en lo impensable en Europa

Dani Rodrik

2010-12-10

CAMBRIDGE – Cuando el FMI y la eurozona prepararon conjuntamente un paquete de rescate para Grecia en mayo pasado, era claro que ese acuerdo era un respiro temporal. Ahora ya hay más problemas. Como las dificultades de Irlanda amenazan con extenderse a Portugal, España e incluso Italia, es tiempo de reconsiderar la viabilidad de la unión monetaria europea.

No es fácil decirlo porque no soy euroescéptico. A diferencia de otros, como mi colega de la Universidad de Harvard, Martin Feldstein, que argumenta que Europa no es una zona monetaria natural, pienso que esa unión está justificada en el contexto de un proyecto europeo más amplio que ha hecho hincapié –y aún lo hace- en la creación de instituciones políticas que van de la mano con la integración económica.

La mala suerte de Europa es que ha sido golpeada por la peor crisis financiera que haya habido desde los años treinta, cuando apenas está a medio camino de su proceso de integración. La eurozona estaba muy integrada como para que los efectos de contagio transfronterizos no causaran caos en las economías nacionales, pero no lo suficientemente integrada como para tener la capacidad institucional necesaria para gestionar la crisis.

Consideremos lo que pasa cuando bancos en Texas, Florida o en California toman malas decisiones de crédito que amenazan su supervivencia. Si los bancos son meramente ilíquidos, la Reserva Federal en Washington está lista para intervenir como institución de crédito de último recurso. Si se les considera insolventes pueden declararse en quiebra o las autoridades federales asumen el control mientras que el Organismo Federal de Garantía de los Depósitos Bancarios (FDIC por sus siglas en inglés) compensa a los depositantes.

De igual manera, en caso de quiebra, las leyes federales y los tribunales rápidamente fallan a favor de los acreedores y lo hacen sin consideración de las fronteras estatales. Independientemente del resultado, los gobiernos estatales no socializan la deuda privada (sino el gobierno federal, de ser el caso) y no pone en riesgo las finanzas públicas a nivel estatal.

A su vez, los gobiernos estatales no tienen poder legal para abrogar contratos de deuda frente a los acreedores fuera del estado y no tienen incentivos para hacerlo (dada la ayuda que obtienen del gobierno federal). Así, incluso en medio de una crisis financiera, los bancos y las empresas no financieras pueden continuar pidiendo créditos si sus hojas de balance son saludables y no están contaminadas por  los “riesgos soberanos” de su gobierno estatal.

Mientras tanto, el gobierno federal compensa una buena parte de las caídas de los ingresos de los estados mediante transferencias o reducciones de impuestos. A los trabajadores que les está yendo mal de cualquier modo se pueden mover fácilmente a otros estados con un mejor desempeño sin preocuparse por las diferencias lingüísticas o el choque cultural. Casi todo esto sucede automáticamente sin negociaciones largas y contenciosas entre los gobernadores estatales y funcionarios federales, sin asistencia del FMI o sin poner en tela de juicio la existencia de los Estados Unidos como entidad política económica.

Entonces, el problema real en Europa no es que España o Irlanda se hayan endeudado demasiado o que mucha deuda española o irlandesa esté en las hojas de balance de bancos de otros lugares de Europa. Después de todo, ¿a quién le importa el déficit en la cuenta corriente de Florida –o quién siquiera sabe a cuánto asciende? No, el verdadero problema es que Europa no ha creado las instituciones a nivel de Unión Europea que un mercado financiero integrado necesita.

Esto refleja la ausencia de instituciones políticas adecuadas en el centro. La Unión Europea nos ha enseñado lecciones valiosas en las últimas décadas: primero, que la integración financiera requiere la eliminación de la volatilidad entre monedas nacionales; después, que acabar con los riesgos cambiarios exige eliminar las monedas nacionales por completo; y ahora, que la unión monetaria es imposible entre democracias si no hay una unión política.

Se debió haber previsto que la parte política de la ecuación llevaría tiempo para adaptarse. Es fácil culpar a los políticos europeos por falta de liderazgo. Sin embargo, no hay que subestimar la magnitud del proyecto que los gobiernos europeos emprendieron.

De hecho, el ejemplo análogo más cercano es la propia experiencia de los Estados Unidos en la creación de una República Federal. Como muestra está la larga lucha de ese país por los “derechos de sus estados” –y de hecho la propia Guerra Civil- construir una unión política a partir de entidades autogobernadas es un proceso difícil y lento.

Los Estados aprecian naturalmente su soberanía. Peor aún, la propia unión económica puede avivar la llama del nacionalismo y poner en riesgo la integración política. Pone mucha presión en las instituciones de cada país (por ejemplo la presión en los Estados de bienestar de Europa), alimenta el resentimiento contra los extranjeros (para muestra obsérvese los buenos resultados recientes que han tenido los partidos antiinmigrantes), y hace que las crisis desde el exterior tengan más oportunidades de desarrollarse y sean más costosas (como lo demuestra claramente la situación de ahora).

Desafortunadamente, tal vez ya sea demasiado tarde para la eurozona, Irlanda y los países del sur de Europa deben reducir la carga de su deuda y mejorar mucho la competitividad de sus economías. Es difícil imaginar cómo pueden alcanzar ambos objetivos y permanecer en la eurozona.

Los rescates de Grecia e Irlanda son sólo paliativos temporales: no sirven para reducir el endeudamiento y no han evitado el contagio. Además, la austeridad fiscal que prescriben retrasa la recuperación económica. La idea de que las reformas estructurales y del mercado laboral pueden dar lugar a un crecimiento rápido es únicamente un espejismo. Por ello, la necesidad de reestructurar la deuda es una realidad inevitable.

Aun si los alemanes y otros acreedores aceptan una reestructuración –no a partir de 2013, como ha pedido la canciller alemana Angela Merkel, sino desde ahora—existe el problema adicional de restablecer la competitividad. Este es un problema que comparten todos los países deficitarios, pero que se agudiza en el sur de Europa. Estar en la misma zona monetaria que Alemania condenará a estos países a años de deflación, desempleo elevado y trastornos políticos internos. A estas alturas, salir de la eurozona podría ser la única opción realista para una recuperación.

La fragmentación de la eurozona podría no significar su fin. Los países podrían volver a adherirse y hacerlo de manera creíble una vez que cumplan los requisitos fiscales, normativos y políticos. Por el momento, es probable que la eurozona haya llegado al punto en el que un divorcio en buenos términos es una mejor opción que años de deterioro económico y aspereza política.

Dani Rodrik es profesor de Economía Política de la Escuela de Gobierno John F. Kennedy de la Universidad de Harvard y autor de One Economics, Many Recipes: Globalization, Institutions, and Economic Growth.

Paraguai: ¿De qué nos sirve el Mercosur?

¿De qué nos sirve el Mercosur?

Desde hace unas semanas, miles de containers quedaron varados en Argentina por un conflicto gremial, que el viernes dio una “tregua” y habilitó el paso de mercaderías por cinco días. También en la semana que pasó, camioneros argentinos (y en represalia los paraguayos) bloquearon el paso desde y hacia Paraguay en el cruce fronterizo de Puerto Falcón.

por

Juan Cálcena Ramírez

ABC Digital

¿De que nos sirve el Mercosur?

El cruce fronterizo en Puerto Falcón está totalmente bloqueado.

Fuente: ABC Color - Jorge Rolón

Con el tiempo, seguramente, esto será considerado como un incidente “mínimo” entre los dos países.
Argentina, a través de su embajador Rafael Romá, se niega a admitir que el conflicto es entre Estados y afirma que es “entre gremios”.
Es de hacer valer la posición del Paraguay, que se niega a asistir a la Cumbre del Mercosur a realizarse en Foz de Yguazú en caso de que la solución (marítima) no tenga un corte definitivo.
Sin embargo, el caso de los camioneros, quienes hasta hoy siguen bloqueando el paso por Puerto Falcón, es más delicado.
Los argentinos exigen que el Servicio Nacional de Calidad y Sanidad Vegetal y de Semillas (Senave) de nuestro país otorgue la Acreditación Fitosanitaria de Importación (Afidi) a cientos de bolsas de hortalizas que no pueden ingresar al Paraguay desde hace 15 días.
Los camioneros paraguayos, hartos de no poder pasar por culpa de los “hermanos” argentinos, decidieron bloquear con sus elementos de trabajo el citado cruce.
Mientras no ceda una de las partes, el conflicto seguirá.
“El Mercosur nos agobia, nos aísla, nos deja de lado”, decía el viernes el senador colorado Hugo Estigarribia. Cuánta verdad.
No es su gente: no son los ciudadanos argentinos y brasileños (popes del bloque) quienes tienen la culpa. Son sus gobiernos quienes, en forma hipócrita, firman tratados y acuerdos que quedan estampados en papel.
Tanto se pregona en esta parte del mundo la unión entre sufridos países, la unidad ante el “Imperio”, y la hermandad latinoamericana, cuando nosotros, los paraguayos, sufrimos el bloqueo de nuestro propio cruce fronterizo y el impedimento de que miles de cargamentos no lleguen a nuestro país, lo que pone en riesgo el trabajo de unos cuantos miles de compatriotas.
Doscientos años después vuelven a aparecer los fantasmas del agobio de aquellos países cuyos Gobiernos alguna vez quisieron aniquilarnos o que nos convirtamos en provincias.
Los paraguayos debemos depender de nosotros mismos y aprender a no aceptar migajas.
Los paraguayos debemos empezar a creer que nosotros podemos más.

http://www.abc.com.py/nota/de-que-nos-sirve-el-mercosur/

Opep prevé dejar estable producción de petróleo

Economía
sábado 11 de diciembre, 2010

Opep prevé dejar estable producción de petróleo

El cartel se reúne en Ecuador en medio de un mercado con altos precios

Quito.- Los ministros de la OPEP que asistirán hoy a una reunión del grupo en Ecuador parecían listos para mantener estable la producción petrolera, dejando dudas entre los operadores sobre el precio que la organización debería apoyar para proteger la economía.
Con el barril cotizando cerca de $90, la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) y la Agencia Internacional de la Energía (IEA) entregaron perspectivas diferentes sobre la demanda global y la necesidad del grupo de incrementar el bombeo.
Los precios del crudo se ubican en el extremo superior del rango de entre 70 y 90 dólares por barril anunciado por Arabia Saudita como la banda que las naciones consumidoras pueden mantener, pero los temores acerca del potencial daño de los crecientes costos del combustible a la economía global está aumentando.
Además, si los precios del petróleo se mantienen a los actuales niveles por un periodo sostenido, ello podría afectar la recuperación de la economía global, dijo a Reuters Fatih Birol, economista en jefe de la IEA.
En tanto, analistas dijeron que si el barril alcanza los 100 dólares desde cerca de 88 dólares el viernes, ello podría elevar la posibilidad de que la OPEP adopte medidas.
"Podría haber mucha presión en Arabia Saudita y la OPEP en general de elevar la producción, porque un valor de 100 dólares por barril sería considerado perjudicial para la economía", sostuvo Phil Flynn, analista de PFG Best Research.
La OPEP parece tener un punto de vista mucho más conservador que la IEA acerca de cuán rápido está creciendo la demanda petrolera.

http://www.eluniversal.com/2010/12/11/eco_art_opep-preve-dejar-est_2134000.shtml