"Desde mi punto de vista –y esto puede ser algo profético y paradójico a la vez– Estados Unidos está mucho peor que América Latina. Porque Estados Unidos tiene una solución, pero en mi opinión, es una mala solución, tanto para ellos como para el mundo en general. En cambio, en América Latina no hay soluciones, sólo problemas; pero por más doloroso que sea, es mejor tener problemas que tener una mala solución para el futuro de la historia."

Ignácio Ellacuría


O que iremos fazer hoje, Cérebro?

domingo, 6 de abril de 2008

Isto que se chama decidir em condição de incerteza!

Alta no preço da soja já gera contenciosos milionários em MT

Diferença entre a cotação da oleaginosa no período de venda antecipada e a atual leva produtores e compradores à Justiça

No ano passado, vendas antecipadas foram feitas a US$ 7,50 por saca; após disparada, soja ficou entre US$ 23 e US$ 28 por saca

MAURO ZAFALON
DA REDAÇÃO
FERNANDO CANZIAN
DA REPORTAGEM LOCAL

A explosão de preços das commodities agrícolas já provoca contenciosos milionários entre produtores e compradores que fecharam contratos de compra e venda antes do forte movimento de alta.
Alguns produtores chegaram a fazer vendas antecipadas a valores próximos a US$ 7,50 por saca de soja no ano passado. Após a disparada de preços, a oleaginosa ficou entre US$ 23 e US$ 28 por saca, dependendo da região. Ou seja, uma diferença superior a 200%.
Há um ano, a soja estava a US$ 7,61 por bushel (27,2 quilos) para o primeiro contrato na Bolsa de Chicago. Na sexta-feira, foi negociada a US$ 12,77. É com base nessa diferença que produtores e compradores que fecharam negócios antecipados estão em disputa.
Na semana passada, a Justiça paulista ordenou que a Vanguarda do Brasil, uma das maiores produtoras do ramo, cumpra contrato de entrega, em dez dias, de 29,35 mil toneladas de soja com a trading multinacional Noble, sob pena de multa diária de R$ 14,04 mil. A Vanguarda alega que não tem obrigação de entregar.
Após a realização do contrato entre Vanguarda e Noble Brasil Ltda., em julho do ano passado, o preço da soja disparou, até atingir, há um mês, o valor recorde de US$ 15,44 por bushel.
A Vanguarda, de Nova Mutum (MT), é presidida pelo deputado estadual Otaviano Olavo Pivetta (PDT-MT). Uma das principais produtoras de grãos do país, cultiva cerca de 200 mil hectares entre terras próprias e de terceiros. Centrada basicamente em Mato Grosso, começa a montar um braço forte de produção na Bahia, onde acaba de adquirir 100 mil hectares.
A venda da Vanguarda, assumida por meio da emissão de CPR (Cédula de Produto Rural), segundo argumentou a Noble na Justiça, seria feita com volume de 4.900 toneladas mensais, em seis meses seguidos, a partir de abril. Em setembro, a entrega seria de 4.850 toneladas.
A Noble colocaria US$ 5 milhões à disposição da Vanguarda para cobrir custos de produção. Desse montante, US$ 3,01 milhões foram antecipados para a compra de adubos e fertilizantes.
Luiz Valdemar Albrecht, advogado da Vanguarda, afirma que o contrato com a Noble não caracteriza uma CPR, que exigiria o pagamento antecipado pela soja negociada.
"A Noble não pagou por esse produto. Ela quer uma coisa que não comprou e não pagou", diz Albrecht. Segundo ele, a antecipação de US$ 3,01 milhões foi um "empréstimo".
O contrato, feito em julho de 2007, estipulava que a soja viria de três unidades de produção da Vanguarda: as fazendas Santa Fé e Ribeiro do Céu, ambas em Nova Mutum, e Ferronato, em Sinop (MT).
Preocupada com a possibilidade da não-entrega da soja, a Noble contratou a Control Union Warrants Ltda., empresa especializada em monitoração de lavouras no mundo, que constatou que 6.158 toneladas já haviam sido retiradas das áreas dadas à Noble em penhor pela Vanguarda.
Segundo a avaliação da Control, a soja estava indo para armazéns da Bunge, em Nova Mutum, e da Amaggi, em Novo Horizonte (MT).
Contratos
Um dos motivos do desentendimento entre as empresas é um contrato de vendas antecipadas. Nesse contrato, a Vanguarda teria acertado preços inferiores a US$ 7,50 por saca -valores vigentes na época e que tinham por base Chicago.
Os contratos de antecipação de vendas são comuns entre os produtores, que garantem antecipadamente um valor para a sua produção. Em 2007, no entanto, houve uma reviravolta no mercado de commodities, com os preços subindo a patamares não imaginados nem pelos analistas mais otimistas.
A soja que está sendo colhida neste ano começou a ser negociada a valores próximos a US$ 7,50 e a US$ 8 por saca em 2007, quando os produtores ainda nem tinham iniciado o plantio. Há poucas semanas, variou de US$ 23 a US$ 28.
Diante dessas oscilações, muitos produtores deixaram de receber um valor maior pelo produto. Mesmo assim, estão honrando esses compromissos de vendas antecipadas, ao contrário do que ocorreu em 2004, quando houve grande número de rompimento de contratos.
As quebras de contrato daquele ano geraram falta de crédito no setor, já que parte dos financiamentos é feita pelas próprias tradings.

Do mercado para os braços do governo: o movimento pendular do capitalismo

LUIZ GONZAGA BELLUZZO
Governos intrometidos


O Fed e seus pares não têm outra alternativa: é preciso "pensar o impossível" e conter a contração do crédito


JÁ DISSE o historiador Eric Hobsbawn: desde o final dos anos 1970, os ideólogos proclamavam que "era preciso terminar com tudo aquilo". A palavra de ordem era desarticular os controles sociais e políticos criados para "administrar" o capitalismo pós-Grande Depressão dos anos 30. A crise financeira atual exibe as dissonâncias do "grande desmonte", prelúdio à utopia dos mercados financeiros auto-regulados, peça de ficção ensaiada pelos fanáticos do livre mercado.
Na segunda metade do século 20, o sucesso das intervenções governamentais amainou a severidade das flutuações econômicas e suscitou hipóteses otimistas a respeito do controle do ciclo econômico. O economista Hyman Minsky escreveu, em meados dos anos 1980, que "a economia e os mercados financeiros (na crise de 1974/75) mostraram grande resistência à deflação cumulativa de preços dos ativos e ao risco de uma depressão profunda. Os choques foram absorvidos, e suas repercussões, atenuadas."
Ao prometer a salvação sem castigo a inocentes e a pecadores, os governos intrometidos fortaleceram a fé na eficiência dos mercados e, melhor, promoveram o ganho sem risco. Ao longo dos últimos 30 anos, a complacência disseminou-se entre bancos, empresas e consumidores.
O moral hazard chegou ao clímax quando Greenspan reduziu rapidamente a "policy rate" para abortar a crise da Nova Economia e impulsionar mais um ciclo de crédito nos EUA. Os preços dos imóveis residenciais foram às alturas. A valorização das casas impulsionou o endividamento acelerado das famílias, insaciáveis no apetite por consumo.
Os economistas divergem sobre a profundidade e o alcance dos problemas criados nos mercados de hipotecas e seus derivativos. Os pessimistas já formam um contingente majoritário no mercado de opiniões.
Uma conjugação de fatores adversos pode levar a uma recessão mais prolongada, devido aos "ajustamentos" viciosos entre a desvalorização da riqueza, a tentativa das famílias de reduzir o endividamento cortando os gastos e a subseqüente queda na renda e no emprego.
A curto prazo, o Fed e seus pares no mundo desenvolvido não têm outra alternativa: é preciso "pensar o impossível" e conter a qualquer custo a contração do crédito. É a moral "hypocrisy" em seus melhores momentos. Bernanke ultrapassou o mandato do Fed e, no afã de impedir a deflação de ativos, cuidou de organizar a salvação do Bear Stearns.
Diante da continuada desvalorização do dólar, há quem augure para os EUA de hoje destino semelhante ao da Inglaterra no entre-guerras.
Analogias históricas são perigosas.
Conservadores ilustrados, como Martin Feldstein, por exemplo, entendem que é necessário rediscutir o sistema monetário internacional.
Propõe que a reforma contemple a redução do papel do dólar como moeda de reserva, sua substituição progressiva por um sistema plurimonetário. Recomenda ressuscitar a proposta européia da chamada "conta de substituição". Discutida na reunião do FMI em 1979, foi rejeitada por Volker, que reafirmou o poder do dólar ao impor ao mundo uma elevação brutal da taxa de juro.


LUIZ GONZAGA BELLUZZO , 65, é professor titular de Economia da Unicamp. Foi chefe da Secretaria Especial de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda (governo Sarney) e secretário de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo (governo Quércia).

O Brasil está f... 4! Podemos conmeçar a economizar o dinheiro para pagar a conta de luz!

Paraguay puso solo agua, y Brasil, usura

El diario Folha de San Pablo, en su edición del domingo 23 de marzo, criticaba la voluntad del pueblo paraguayo -y en especial de Fernando Lugo- de recuperar la soberanía hidroeléctrica de Itaipú, de recibir un precio justo.

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Admite que Brasil recibe electricidad paraguaya al costo y que habría cierta justicia cuando el Paraguay exige un precio de mercado, aunque -aquí está la falacia repetida desde 1973- no en este caso, dice Folha, porque el financiamiento fue de Eletrobrás y el Paraguay no puso nada.
Paraguay podía y puede conseguir financiamiento más conveniente
Lo que dice Folha de San Pablo es una clara falacia. Parte de la base de que el Paraguay no podía financiar la obra. Lo opuesto es la verdad. El Paraguay, en el 50% que le corresponde, no iba a tener dificultades en contratar créditos externos, pues Itaipú era en sí misma una excelente garantía. Lo que hizo Stroessner en 1973, cuando se firmó el tratado, es encontrar una buena excusa (que el Brasil financiaba la obra) para despojarnos de la soberanía sobre nuestra principal riqueza natural.
La frase más empleada en aquel entonces era que el Paraguay no ponía nada, sino “apenas el agua”. Este pensamiento absurdo es lo mismo que decir que “Arabia Saudita no pone nada, tan solo el petróleo”. Ningún país productor de petróleo renuncia a muy buenas regalías porque “pone solo el petróleo”. Es más, el agua que pone el Paraguay es mucho más valiosa que el petróleo, pues la energía así generada, la hidroelectricidad, es una energía limpia de inmenso mayor valor que el petróleo, una energía contaminante que además genera gases de efecto invernadero. ¿Qué país petrolero renuncia a la mayor parte del petróleo extraído, porque “solo pone el petróleo”? Ninguno. Aquí cerca nomás, Bolivia dejó de recibir 18% de la renta sobre su petróleo y gas natural, para pasar a recibir 82%, quedándole apenas 18% a las empresas que ponían el capital. Y que siguen invirtiendo en tales condiciones porque aun así les conviene.
Financiamiento de Eletrobrás usurario
Podría discutirse con algún grado de lógica algún beneficio adicional para el financista de Itaipú (Eletrobrás) si es que el crédito que concedió hubiera sido un préstamo “blando”, por debajo de los niveles del mercado financiero internacional. Ello no ha sido así. Los créditos concedidos por Eletrobrás estuvieron desde un inicio en una tasa del orden de 12%/año, muy por encima del costo financiero promedio, desde la firma del tratado hasta la fecha.
Desde 1997 a 2007, se aplicó, además, una doble tasa de interés, al reajustarse el saldo deudor en base a la inflación en los EE.UU. de América, lo que creó tasas incluso superiores al 12%/año. Finalmente, por vergüenza, el mismo Congreso brasileño acordó eliminar el denominado factor de ajuste, o doble tasa de interés de los créditos de Eletrobrás a Itaipú, desde el 2008.
En tales circunstancias, de créditos claramente usurarios, ¿qué sentido tiene lo que dice Folha de San Pablo? Mantener en vigencia cláusulas económico-financieras que eran ya irrisorias en 1973 y que con el aumento de los precios de todo tipo de energía se volvieron aún más irrisorias hoy, tan solo porque el Brasil nos “benefició” con usura, es en realidad un chiste de mal gusto. Lo lamentable es cómo ciertos medios de prensa del Brasil, a fin de defender los intereses de las grandes empresas radicadas en el Brasil (muchas de ellas transnacionales) recurren a argumentos enteramente falseados, ocultando datos fidedignos a sus lectores. Sería bueno que Folha de San Pablo informe sobre la usura que aplicó Eletrobrás a Itaipú y, luego, que opine editorialmente nuevamente, a ver si el editorialista tiene suficiente tranquilidad de conciencia para seguir sosteniendo que el Paraguay debe seguir cediendo toda su energía al costo hasta el 2023, simplemente porque fue “beneficiado” con la usura de Eletrobrás.

Ricardo Canese

http://www.abc.com.py/articulos.php?pid=403447

O Brasil está f.... 3! Lá vem outra crise, e problemas energéticos mais graves. É o preço da indefinição sobre o desejo de liderar a América do Sul.

Lugo marca el inicio del cambio en Itaipú, en entrevista con Lula

Con la presencia del canciller Celso Amorim y del asesor especial de la presidencia Marco Aurelio García, Luiz Inácio Lula Da Silva recibió con mucha cordialidad a Fernando Lugo y a su comitiva de la Alianza Patriótica para el Cambio –entre quienes me encontraba– en Brasilia este 2 de abril. Fue una larga y muy cordial entrevista de Lula con quien estamos convencidos será el Presidente de la República del Paraguay.

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Mesa amplia de diálogo sobre Itaipú
Hay divergencia en la información de quién fue el que introdujo el tema de Itaipú. Fernando Lugo lo hizo, si bien en términos muy generales a apenas iniciarse la entrevista, casi como una introducción. Fue Lula el que tomó el mensaje y no dudó en afirmar que el Brasil no tendrá ningún problema en abrir una amplia mesa de diálogo sobre toda la cuestión de Itaipú –incluso la renegociación de sus cláusulas– y tratar el tema con toda la fraternidad y solidaridad que merece el Paraguay. Remarcó que, obviamente, hay dos posturas: la de Fernando Lugo, cuando esté en funciones de gobierno, y la del Brasil. Manifestó la convicción de que, a partir de estas dos posturas y luego del trabajo de los técnicos y abogados, se llegará a un consenso.
Con esta clara afirmación –frente al mismo Celso Amorim– Lula marcó claramente el cambio de posición de Brasil en relación a la postura anterior de Itamaraty (que los pactos deben ser cumplidos, o “pacta sunt servanda”).
Esta postura del gobierno Lula se sumó a la toma de posición del gobernante Partido de los Trabajadores (PT) unas horas antes, en que también proponía la formación de una mesa de trabajo del PT con representantes de la Alianza Patriótica para el Cambio (APC), ya como virtual coalición de gobierno, para analizar absolutamente todos los temas de interés común y luego de que Fernando Lugo argumentara largamente ante su conducción nacional sobre la necesidad de llegar a un “justo precio” por la energía paraguaya exportada al Brasil.
Brasil no crecerá a costa de países más pobres
Fue gratamente llamativo, también, que el presidente Lula reiterara en presencia de Fernando Lugo y de toda la delegación de la APC, que el Brasil mira ahora a América Latina, más que a EE.UU. de América y a Europa, como era en otras épocas. Que su principal comercio está ahora en la región, así como su principal interés político.
En tal sentido, recalcó que tiene una especial consideración por los países de menor población y superficie, citando específicamente a Bolivia, Paraguay y Uruguay. En tal contexto, reiteró que el crecimiento del Brasil no se puede basar en el empobrecimiento del Paraguay ni de ningún otro país de la región.
Que así como su gobierno redujo considerablemente el número de pobres, quiere contribuir para que en el Paraguay ocurra lo mismo. Específicamente, sostuvo que quiere ayudar al proceso de industrialización del Paraguay.
Fernando Lugo coincidió con Lula que el principal desafío es crear puestos de trabajo digno en el Paraguay y que para ello la industrialización del país es lo fundamental.
Reafirmó las garantías a todos los que producen y trabajan lícitamente, específicamente para los brasiguayos. Celso Amorim mencionó la posibilidad del ferrocarril desde Cascavel (Paraná) a Ciudad del Este, en conexión con todo el sistema ferroviario del Brasil.
Lo que parecía un imposible hasta hace unos días –que el Brasil acepte discutir ampliamente los términos del tratado de Itaipú y su renegociación– hoy es una realidad.
Se viene el cambio. Un cambio que no será fácil, pero cuyo ingrediente será una mayor justicia en Itaipú, en base al “puntapié” inicial dado en la entrevista Lula-Lugo.

Ricardo Canese

http://www.abc.com.py/articulos.php?pid=403943

Ninguém ama mais o Brasil!

Política

Asunción, Paraguay, Domingo 06 de Abril de 2008

Parlasur convoca a debatir el Tratado

El Parlasur aprobó la realización de una audiencia pública, para debatir sobre el tratado de Itaipú, firmado con Brasil en 1973. Serán invitados los directores paraguayo y brasileño y se prevé para la primera quincena de mayo, en una ciudad fronteriza. Es la primera vez que el tema de la binacional se incorpora a la agenda, destacó el diputado Héctor Lacognata.

Con el dictamen favorable de la comisión de Asuntos financieros, económicos y fiscales, el Parlamento del Mercosur (Parlasur) aprobó por unanimidad en su última sesión la realización de una audiencia pública de información, discusión y evaluación de los acuerdos vigentes entre Brasil y Paraguay sobre Itaipú Binacional.
Para la audiencia, se confirmará previamente la presencia de los directores Ramón Romero Roa, de Paraguay, y Jorge Samek de Brasil. La fecha y el lugar serán determinados por la comisión directiva del Parlasur en su próxima reunión en Buenos Aires. Sin embargo se tiene definido que se hará en una de las ciudades fronterizas, Ciudad del Este o Foz de Yguazú, para dar mayor posibilidad a pobladores y periodistas de ambos países a seguir de cerca el evento, aseguró el diputado Héctor Lacognata (PPQ), representante de la Cámara de Diputados en Parlasur.
Lacognata resaltó que esta es la primera vez que se consigue incluir en la agenda de Parlasur el tema de Itaipú. “Hubo cierta resistencia en anteriores ocasiones”, manifestó.
Destacó, además, que tarde o temprano el Parlamento del Mercosur será el ámbito donde se tendrá que discutir todos los temas relacionados a la binacionalidad, y subrayó que aquí se tendrá la ventaja que no se definirán las cosas de acuerdo a lo que los partidos políticos quieran, por la pluralidad de origen que tendrán los integrantes del Parlamento.
“El Parlasur romperá el monopolio de los partidos políticos en la política exterior de ambos países”, resaltó.
El proyecto de audiencia pública fue impulsado por parlamentarios paraguayos.

http://www.abc.com.py/articulos.php?pid=404481

O Brasil vai se f... 2

energia paraguai

O Brasil vai se f... 1

Política

Asunción, Paraguay, Domingo 06 de Abril de 2008

Precio justo en Itaipú puede acabar con indigencia paraguaya en un año

Paraguay puede acabar con la indigencia y hasta el 70 por ciento de la pobreza en apenas un año si Brasil le paga la energía cedida en Itaipú de acuerdo con los precios mayoristas de su propio mercado.

El impacto potencial de una renegociación del Tratado de Itaipú y la posibilidad de recibir un precio justo por la energía de la hidroeléctrica que Paraguay cede al Brasil puede ser estimado en su real dimensión cuando se lo relaciona con los actuales niveles de pobreza en el país.
De acuerdo con el último informe de la Dirección General de Estadística, Encuestas y Censos (DGEEC), unos 2.156.312 paraguayos son pobres, de los cuales, más de la mitad es indigente. El Banco Mundial clasifica como pobres a las personas que tienen un ingreso promedio menor a 2,15 dólares por día.
Paraguay recibe hoy por la energía de Itaipú que cede al Brasil unos US$ 2,7/ MWh/año. Esa energía se cotiza en el mercado mayorista brasileño a un promedio de US$ 72/ MWh/año. El excedente de energía del Paraguay es de 37 millones de MWh/año. Brasil le paga por esa cantidad de energía cedida poco más de US$ 100 millones anuales. Si le pagara de acuerdo con los precios mayoristas de su propio mercado (el consumidor final brasileño paga mucho más, hasta US$ 150/MWh/año), Paraguay recibiría unos US$ 2.156 millones.
Incluso después de pagarle a Itaipú por la generación de la energía (unos US$ 35/ r MWh/año) y descontado los costos de trasmisión (alrededor de tres dólares por Mgh/año), le quedarían unos US$ 1.295 millones; vale decir, unos 1.157 millones de dólares más que lo que recibe hoy.
Si el Gobierno decidiera, por ejemplo, invertir ese dinero en un subsidio directo a la gente más carenciada –y siempre de acuerdo con el criterio del Banco Mundial para definir la pobreza–, Paraguay podría sacar de la pobreza a casi un millón y medio de paraguayos en apenas un año.
Si con un ingreso de más de 2,15 dólares diarios se puede superar la pobreza, con los ingresos de Itaipú se puede eliminar de un plumazo la indigencia que afecta a 1.172.274 personas. Podría duplicarse la inversión social que –según afirma el Ejecutivo– raya hoy los mil millones de dólares.
HACIENDO MEMORIA
De acuerdo con el tratado de Itaipú, a cada país le corresponde la mitad de la energía producida; pero, si alguno no consume la totalidad de su parte, está obligado a cederla al otro recibiendo por ella una compensación irrisoria de US$ 2,72 por MWh/año. Por supuesto, ese es el caso de Paraguay, que de los 45 millones de MWh/año que le corresponden, apenas da cuenta de unos 8 millones de MWh/año.
La administración Duarte Frutos inició su período con algún tibio reclamo al gobierno brasileño por mejores precios; pero la queja cesó luego de recibir la propuesta de Brasilia de crear los famosos fondos sociales de Itaipú, un rubro del que pueden disponer discrecionalmente los ejecutivos de ambos países para supuestas inversiones de interés social. El detalle es que ningún otro organismo del Estado puede revisar la Ejecución de esos gastos.
Se estima que el Ejecutivo paraguayo recibió bajo ese concepto unos 20 millones de dólares por año. Ese dinero supone un ingreso de 14 mil guaraníes por habitante por año. Es lo que recibió el país por suspender un reclamo que de ser escuchado representaría para el Paraguay un ingreso anual de casi un millón de guaraníes por habitante.
Lo que hoy se percibe en compensación por cesión de energía apenas supera los 73 mil guaraníes por persona. Y no se analiza cómo y dónde se gasta hoy ese dinero.

http://www.abc.com.py/articulos.php?pid=404478

Uma pena, mas esta é crescentemente a situação no Brasil também! A pobreza intelectual tem se tornado a norma!

El plagio

Por: Salomón Kalmanovitz

HAY UNA ACTITUD COMPLACIENTE frente al plagio en las universidades colombianas. En un centro de investigaciones de una muy prestigiosa universidad pública se citó extensamente de un documento en comillas pero sin la nota de pie de página. El problema pareció surgir de una digitación descuidada pero el director del centro lo tomó deportivamente; manifestó que estaba en contra de la defensa de los derechos de propiedad en general (es antiimperialista) y le importaba poco que se hurtara propiedad intelectual.

Un profesor de una universidad privada líder frecuentemente plagiaba los trabajos de sus estudiantes sin reconocimiento alguno. Los que protestaban no eran escuchados por las autoridades académicas quienes, de alguna manera, protegían a uno de los suyos. El profesor de marras se sintió tan protegido que procedió a plagiar parte de una obra de una colega, la cual enfurecida lo demandó. A la universidad le correspondió, ahora sí, destituir al plagiador, quien, sin embargo, continúa publicando profusamente a nombre propio desde entidades públicas.

En otra universidad privada, a un profesor de la misma que cursaba una especialización se le sorprendió utilizando un documento ajeno sin citarlo. En un principio la administración conceptuó que hubo tan sólo la intención de plagiar y no configuraba infracción, barriéndolo todo debajo de la alfombra. Se cuestionó, sin embargo, si un profesor que plagiaba no estaría enseñando a sus estudiantes las mejores técnicas posibles del delito y se argumentó que la falta era tan grave como para, por lo menos, impedirle enseñar nuevamente en la universidad.
Encuentro en mi experiencia que los estudiantes recurren a internet, principalmente a Wikipedia, lo cual no está mal para una primera exploración de un tema pero sí lo está copiarla y pegarla, incluyendo sus subrayados, sin reconocer que se tomó de esa fuente. La falta es fácil de localizar, utilizando motores de búsqueda y examinando qué tan extensiva es la citación y hasta dónde llega la falta de reconocimiento de la fuente.
El plagio es una falta muy grave. Su origen etimológico destaca que el plagio es también el secuestro de una persona. Así también en las áreas de la invención, la literatura y las ciencias sociales, el plagio es el secuestro de unas ideas, un invento o partes de un ensayo, aunque no está de por medio que extorsione por la devolución del objeto plagiado. Cuando queda demostrado que una persona cometió plagio, genera una intensa vergüenza en el perpetrador.
La citación de una fuente revela respeto por las ideas de otros autores y separa las ideas propias de las de otros que se utilizan para construir una argumentación. Es una primera medida de honestidad intelectual y es una de las reglas de oro fundamentales con que se organiza una comunidad académica. Los que vulneran esa regla son expulsados de las comunidades respectivas y su prestigio queda gravemente resentido. El derecho de propiedad se ha extendido a la defensa de inventos, música e ideas y las cortes disponen de penalidades diversas para castigar el delito. Se ha argumentado incluso que la ausencia de protección de las patentes induce a que se reduzcan los rendimientos de la invención y los incentivos para acometerla.
El plagio revela  incompetencia para asumir la investigación y redacción de un ensayo.  Se trata de un atajo para escapar de la labor de investigación y redacción cuidadosa, evidencia de pereza. Y aunque la pereza es también la madre de la invención, aquí es la madre de la simulación. Porque el plagio es al mismo tiempo una alteración de la verdad, una mentira pública o frente al profesor mediante la cual el plagiador captura beneficios con base en esfuerzos ajenos. El plagio, por fin, atenta contra el propio desarrollo intelectual del estudiante, quien no confía en sus atributos y no está dispuesto a calificarlos  sino que roba el de los demás. Confieso que en esta columna consulté Wikipedia sobre el plagio.

http://www.elespectador.com/opinion/columnistasdelimpreso/salomon-kalmanovitz/columna-el-plagio

Contra o elogio fácil, é problemática a sociedade onde as pessoas esperam ser reconhecidas pelo óbvio e pela obrigação

Trece años mal empleados

Por: Umberto Eco

EL OTRO DÍA UN ENTREVISTADOR me preguntó (y lo hacen muchos) cuál era el libro que más había influido en mi vida. Si en el curso de toda mi vida un único libro hubiera ejercido sobre mí un influjo más definitivo que otro, sería un idiota (como muchos de los que contestan a esa pregunta).

Hay libros que fueron decisivos para mis veinte años y otros que decidieron mis treinta, y todavía espero con impaciencia el libro que trastornará mis cien años. Otra pregunta imposible es “¿quién le ha enseñado algo definitivo en su vida?”. Nunca sé qué contestar (a menos que diga “mamá y papá”), porque en cada recodo de mi existencia alguien me enseñó algo. Podían ser personas que estaban a mi lado o algunos amados difuntos como Aristóteles, Santo Tomás, Locke o Peirce.

En cualquier caso, ha habido enseñanzas no librescas de las que puedo afirmar con seguridad que me han cambiado la vida. La primera es la de la señorita Bellini, mi maravillosa profesora de sexto de primaria, quien nos ofrecía consideraciones sobre palabras estímulo (como gallina o carguero), y a partir de ellas, para el día siguiente, teníamos que preparar una reflexión o una fantasía. Un día, presa de no sé qué demonio, le dije que desarrollaría allí mismo cualquier tema que me propusiera. Ella miró su cátedra y dijo “bloc”. A hechos consumados, podría haber hablado del bloc del periodista, o del diario de viaje de un explorador salgariano: el caso es que subí al estrado con jactancia y no pude abrir la boca. La señorita Bellini me enseñó entonces que nunca hay que presumir demasiado de las propias fuerzas.
La segunda enseñanza fue la del padre Celi, el salesiano que me enseñó a tocar un instrumento musical (y parece ser que ahora quieren hacerlo santo; pero no por esta razón es más, el abogado del diablo podría usarla en su contra). El 5 de enero de 1945 fui a verlo ni tan campante y le dije: “Padre Celi, hoy cumplo trece años”. Él me contestó con tono arisco: “Pues muy mal empleados”. ¿Qué quería decir con eso?, ¿que llegado a aquella venerable edad debía iniciar un severo examen de conciencia?, ¿que no debía esperarme alabanzas por haber cumplido sencillamente con mi deber biológico? Quizá fuera una simple manifestación del sentido piamontés de la mesura, un rechazo de la retórica, incluso de las felicitaciones baladíes. Lo que creo es que el padre Celi sabía, y me enseñaba, que un maestro debe siempre poner en crisis a sus discípulos y no excitarlos más de lo debido.
Tras aquella lección, siempre he sido parco de elogios con quienes se los esperaban de mí, salvo casos excepcionales de hazañas inesperadas. Quizá con esta actitud he hecho sufrir a alguien, y si así es, he empleado mal no sólo mis primeros trece años de vida sino también mis primeros setenta y seis. Decidí resueltamente que la forma más explícita de expresar mi aprobación era no echar una reprimenda. Si no hay reprimendas, significa que uno lo ha hecho bien. Siempre me han irritado expresiones como “el Papa bueno” o “el honesto Zaccagnini”, que dejaban pensar únicamente que los demás pontífices no eran buenos y los demás políticos deshonestos. Juan XXIII y Benigno Zaccagnini hacían únicamente lo que se esperaba de ellos y no se ve por qué habían de recibir congratulaciones especiales.
Ahora bien, la respuesta del padre Celi también me enseñó a no enorgullecerme demasiado, haga lo que haga, aunque considere que es lo justo y, sobre todo, a no ir por esos mundos presumiendo. ¿Significa esto que no hay que tender hacia lo mejor? Desde luego que no; pero de alguna forma, la extraña respuesta del padre Celi me remite a un dicho de Oliver Wendell Holmes jr. que encontré ya no sé dónde: “El secreto de mi éxito es que de joven descubrí que no era Dios”. Es muy importante entender que no se es Dios, y dudar de los propios actos, y considerar siempre que no se han empleado bastante bien los años vividos. Es la única forma para intentar emplean mejor los que quedan.
Me preguntarán por qué se me ocurren estas cosas precisamente estos días: es que en Italia acaba de empezar la campaña electoral y en estos casos para tener éxito hay que portarse un poco como Dios, o sea, afirmar que lo que se ha realizado, como el creador tras la creación, era valde bonum y manifestar un cierto delirio de omnipotencia declarándose capaces con toda seguridad de hacer cosas aún mejores (mientras que Dios se conformó con crear el mejor de los mundos posibles). Por el amor de Dios, no moralizo, para hacer una campaña electoral hay que realizar eso: ¿se imaginan ustedes a un candidato que les dijera a sus futuros votantes: “Sí, hasta ahora he hecho majaderías, y aunque no estoy seguro de hacerlo mejor en el futuro, les prometo que lo voy a intentar”? No lo elegirían. Por tanto, lo repito, ningún falso moralismo. Es sólo que escuchando todos estos telemítines me acuerdo del padre Celi.
* Novelista y semiólogo italiano.c.2008 Umberto Eco/L'Espresso

http://www.elespectador.com/opinion/columnistasdelimpreso/umberto-eco/columna-trece-anos-mal-empleados

O mundo não muda, o mundo é sempre o mesmo. E para garantir que continue assim Brzezinski apóia Barack Obama e propõe política para sair do Iraque!

Tras el desastre, salir de Irak con responsabilidad

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Es sensata la posición de Hillary Clinton y Barack Obama, que plantean reparar la pésima decisión de Bush.

Por: Zbigniew Brzezinski

Los dos candidatos presidenciales demócratas coinciden en que Estados Unidos debería poner fin a su misión de combate en Irak en un plazo de 12 a 16 meses a partir de su posible asunción. El candidato republicano ha hablado de continuar la guerra, aunque sea por cien años, hasta la "victoria". El tema central de esta campaña es por lo tanto un desacuerdo básico en cuanto a los méritos de la guerra y los beneficios y costos de su continuación.
Los argumentos a favor del retiro estadounidense de la lucha son de por sí contundentes. Pero deben combinarse con una iniciativa política y diplomática completa para mitigar las consecuencias regionales desestabilizadoras de una guerra que la saliente administración Bush inició deliberadamente, justificó demagógicamente y llevó adelante mal. (Escribo como demócrata que prefiere a Barack Obama).
La argumentación a favor del fin de la guerra se funda en sus costos prohibitivos y tangibles, mientras que la argumentación para "mantener el rumbo" está inspirada por oscuros temores a lo desconocido y se basa en las peores hipótesis.
No obstante, si le hubieran preguntado al pueblo estadounidense hace más de cinco años si valía la pena pagar el costo de 4.000 vidas estadounidenses, casi 30.000 estadounidenses heridos y varios billones de dólares —sin hablar de la imposibilidad de medir el daño hecho a la credibilidad y la posición moral de Estados Unidos— por la obsesión de Bush con el derrocamiento de Saddam Hussein, la respuesta casi seguro habría sido un inequívoco "no".
Poner fin a las operaciones estadounidenses de combate requerirá más que una decisión militar. Demandará acuerdos con los dirigentes iraquíes para que siga habiendo una estructura residual estadounidense que ofrezca asistencia de emergencia en el caso de una amenaza externa (por ejemplo, de Irán); también implicará encontrar maneras de ofrecer apoyo estadounidense continuo para las fuerzas armadas iraquíes al enfrentar los remanentes de al Qaeda en Irak.
La decisión de una retirada militar también deberá acompañarse de iniciativas políticas y regionales concebidas como salvaguardas contra potenciales riesgos. Deberíamos debatir a fondo nuestras decisiones con los dirigentes iraquíes, aun con los que no residen en la Zona Verde de Bagdad, y deberíamos mantener negociaciones sobre la estabilidad regional con todos los vecinos de Irak, Irán incluido.
Contrariamente a lo que sostienen los republicanos en el sentido de que nuestra partida generará una calamidad, un retiro organizado con sensatez permitirá que Irak sea más estable a largo plazo. La impasse en las relaciones shiítas-sunitas es en gran medida el amargo subproducto de la destructiva ocupación estadounidense, que alimenta la dependencia iraquí al tiempo que destruye su sociedad.
Dentro de este contexto, que tanto recuerda la época colonial británica, cuanto más tiempo nos quedemos en Irak, menos incentivo tendrán los distintos grupos contendientes para alcanzar un compromiso y más razones para cruzarse simplemente de brazos. Un diálogo serio con los dirigentes iraquíes sobre el próximo retiro estadounidense los sacaría de su letargo.
Poner fin al esfuerzo de guerra estadounidense implica algunos riesgos, naturalmente, pero a esta altura son ineludibles. Algunas partes de Irak ya se gobiernan en forma autónoma, como Kurdistán, parte del sur shiíta y algunas zonas tribales en el centro sunita. El retiro militar estadounidense acelerará la competencia iraquí por controlar efectivamente su territorio, lo cual puede llegar a producir una etapa de intensificación de los conflictos inter-iraquíes. Pero el riesgo es la consecuencia inevitable de la prolongada ocupación estadounidense. Cuanto más dure, más difícil será que vuelva a surgir un Estado iraquí viable.
El objetivo global de una estrategia estadounidense amplia para corregir los errores de los últimos años debe ser enfriar a Oriente Medio, no calentarlo. El "momento unipolar" que los fanáticos de la administración Bush recomendaron después del colapso de la Unión Soviética fue mal utilizado para generar una política basada en el uso unilateral de la fuerza, amenazas militares y una ocupación disfrazada de democratización, todo lo cual encendió inútilmente las tensiones, alimentó los resentimientos anti-colonialistas y nutrió el fanatismo religioso.
Terminar la guerra en Irak es el primer paso necesario para calmar Oriente Medio, pero harán falta otras medidas. A Estados Unidos le conviene involucrar a Irán en negociaciones serias, tanto sobre seguridad regional como sobre el problema nuclear que plantea. Dichas negociaciones son poco probables en tanto el precio que pone Washington a la participación sean concesiones no compensadas por parte de Teherán. Las amenazas de usar la fuerza contra Irán también resultan contraproducentes porque tienden a mezclar el nacionalismo iraní con el fanatismo religioso.
Un verdadero avance en el proceso de paz israelí-palestino seriamente empantanado también ayudaría a aplacar las pasiones religiosas y nacionalistas de la región. No obstante, para que ese avance se produzca, Estados Unidos debe ayudar vigorosamente a ambas partes a implementar las concesiones mutuas sin las cuales dicho compromiso histórico no podrá ser alcanzado. La paz entre Israel y los palestinos sería un paso gigantesco hacia una mayor estabilidad regional, y finalmente haría que tanto israelíes como palestinos recibieran los beneficios de la creciente riqueza de Oriente Medio.
Iniciamos esta guerra imprudentemente, pero debemos terminar nuestro enfrentamiento de manera responsable. Y debemos terminarlo. La alternativa es una parálisis generada por el miedo que perpetúe la guerra para gran perjuicio histórico de Estados Unidos.
Copyright Clarín y The Washington Post, 2008. Traducción de Cristina Sardoy.

http://www.clarin.com/diario/2008/04/06/opinion/o-03203.htm

A realidade do governo Uribe!

Política | 5 Abril 2008 - 9:35pm

Mancuso reconoce el rearme paramilitar

Por: Elespectador.com

El jefe desmovilizado de las Autodefensas Unidas de Colombia (Auc) reveló que a raíz de los incumplimientos del Gobierno en los acuerdos de la mesa de negociación de Ralito, se está dando en el país el rearme de los paramilitares.

En entrevista con Terra [1] que fue difundida por Noticias Uno, Salvatore Mancuso desde la cárcel de Itaguí, puso en evidencia la crisis del proceso de paz, producto del incumplimiento de los acuerdos de la mesa de negociación.En esta fuerte crítica, el jefe desmovilizado de las Auc acusó al Gobierno de ser el responsable del rearme de los grupos violentos. Además, Mancuso afirma categóricamente que hay un esquema paramilitar dentro del Estado, que está vigente."Si hay rearme. Y hay rearme básicamente porque, desafortunadamente, la política de reinstitucionalización del Estado en algunas regiones del país, no digo en todas, no ha funcionado como debe ser. Prueba de ello es Córdoba y otras regiones más del país, donde la gente se está disputando los territorios", dijo Mancuso.La revelación del jefe desmovilizado reconoce una disputa entre bandas que se rearmaron y la guerrilla por el control de varios territorios. "Están asesinando a los desmovilizados, los llaman para que hagan parte de esas bandas y los que no participan los asesinan y sumado a esto no hay una política de reinserción clara", sostuvo el líder de las Autodefensas."Los proyectos productivos no funcionan, la aceptación de los reinsertados en el seno de la sociedad no ha sido muy clara, el trabajo sicosocial que había que hacer con la región, con las comunidades para que recibieran a los desmovilizados, no se hizo", continuó.Finalmente y frente al tema de las ‘Agilas Negras', Mancuso explicó que los medios de comunicación han generalizado ese fenómeno al llamarlo así."Es el rearme que se ha venido dando de muchos grupos de ex autodefensas que se han vuelto a rearmar y han asumido el control de los territorios donde quedaron focos de cultivos ilícitos y narcotráfico que la guerrilla o los mismos desmovilizados en alianza con narcotraficantes y delincuencia común llegaron a controlar y empezó una disputa por esos territorios entre el narcotráfico, la guerrilla, los mismos desmovilizados, la delincuencia, etc., es una mezcolanza enorme de cosas que pasan y que advertimos desde la mesa de negociaciones y posteriormente hice público en una carta del año 2006", explicó el paramilitar recluido en la cárcel de Itaguí.Por ahora se sabe que otros detalles de la entrevista de Terra con Mancuso se conocerán el lunes 7 y el martes 8 de abril. En esta declaración afirmó que no ve viable que la guerrilla entre en un proceso de paz mientras les siga negada la posibilidad de hacer política y habla del presidente Uribe.

Dirección web fuente:

http://www.elespectador.com/noticias/politica/articulo-mancuso-reconoce-el-rearme-paramilitar

Enlaces de esta nota :

[1] http://terratv.terra.com.co/templates/channelContents.aspx?channel=840&contentid=44129

Barra do Garças-MT


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E agora o que será da Associação Nacional de Rifles?

Morre o ator americano Charlton Heston, aos 84 anos

 

da Efe, em Washington

O ator americano Charlton Heston morreu neste domingo em sua residência de Beverly Hills, em Los Angeles, aos 84 anos, segundo confirmou sua família.

Heston, que estava afastado do cinema há alguns anos, sofria desde 2002 de uma doença degenerativa com sintomas similares aos da síndrome de Alzheimer.

O ator ficou famoso por interpretar papéis como o protagonista de "Ben Hur", pelo qual recebeu o Oscar de melhor ator, e como Moisés no filme "Os Dez Mandamentos".

Heston, herói recorrente em longas-metragens épicos, não encontrou nenhum grande papel depois de 1975.

Há alguns anos, o ator ficou conhecido por sua atuação como porta-voz dos entusiastas por armas nos EUA. Ele era presidente de honra da associação de defensores do uso de armas.

Heston aparece no documentário "Tiros em Columbine" (2002) sendo entrevistado pelo cineasta Michael Moore.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u389386.shtml

sábado, 5 de abril de 2008

Os relacionamentos na época da internet

No domingo passado lendo o Clarín da Argentina vi uma daqueles reportagens bastante manjadas, que aparecem em todos os jornais do mundo periodicamente, a dificuldade de se encontrar alguém para um relacionamento estável e duradouro no mundo de hoje e como as pessoas utilizam a internet para isso. Como leio qualquer besteira, fui ler a reportagem. Um dos casos era uma jornalista que havia criado um blog para encontrar um namorado. O caso era meio suspeito por ser jornalista, o blog ser no Clarín e ser recente, e pela foto que está no site a moça ser bonita, poderia ser uma inveção para reportagem, mas fui visitar o blog assim mesmo e até passei o link para uma amiga para ver se a estimulava a utilizar o método. Acabou que eu gostei do texto da moça e li mais do que eu pretendia.

E quero comentar duas coisas que li no blog dela. Ela diz o seguinte "Es más fácil llegar al corazón de Bush que enamorar a personas así de defensivas." Esta é uma característica da sociedade contemporânea seja na Argentina, no Brasil ou qualquer lugar, a sociedade está tão rotulada, tão esteriotipada, que todos os indivíduos buscam se esconder, ficam na defensiva, incorporam uma imagem que imagina ser socialmente aceitável e a partir dali passa a representar um papel. E cria dois problemas, o indivpiduo impede que os outros o conheçam e reconheçam por quem ele verdadeiramente é, e ao mesmo tempo, o indivíduo vive insatisfeito com o que ele é. Sente que está representando, mas tem tanto medo de expresar-se verdadeiramente que passa a vida representando. E com isso todas as relações se tornam fúteis e superficiais, porque é uma relação entre imagens e não entre pessoas reais. E quando aparece a possibilidade da relação ser aprofundada e as pessoas reais aparecerem, a relação é abandonada, porque é considerada ameaçadora por revelar um conjunto de falsidades que anteriormente sustentavam a relação. Aí se manifesta outro problema das relações contemporâneas, como ninguém quer assumir a responsabilidade pelo próprio destino diante dos primeiros problemas relevantes as relações se esvaem, porque hoje sacrificar-se pelo outro é inconcebível. Ou os relacionementos são uma mar de rosa, uma permanente fonte de prazer ou passa adiante. Na sociedade do tempo acelerado, o amor vai se perdendo, porque o tempo do amor é a longa duração, o tempo lento. O amor precisa do tempo, para amar é preciso parar, e na sociedade da velocidade, do tempo que é dinheiro não sobra tempo para parar e amar. Com isso a fila anda rápido, e as pessoas vão sendo esvaziadas. Conhecem muito gente (inclusive no sentido bíblico), mas não conhecem ninguém e não são conhecidas por ninguém. A sociedade do consumo, da afluência, da tecnologia é uma sociedade vazia.

O outro comentário é sobre assunto mais prosaico. A blogueira diz que recebeu 11 rosas e não sabe quem enviou. E mais, diz que não gosta muito de flores, especialmente de rosas. Mas que como mãe dela diz, o importante é o gesto. E com o gesto ela ficou sensibilizada. Tenho muitas dúvidas sobre a relação das mulheres com as flores e sobre o quanto as se sensibilizam com isso.

De como se muda para pior ou ainda sobre Gramsci

Como mencionei no post anterior acho difícil classificar Gramsci entre os marxismo, entendo que ele trata a política de um modo que se afasta significativamente de Marx. E sobre isso há o bom livro de Emir Sader, Estado e política em Marx. O livro também serve para mostrar como um intelectual pode mudar para pior, a dissertação de mestrado do Emir Sader é muito mais consistente teoricamente que sua tese de doutorado, apesar de eu também gostar dele porque ele antecipa em quase 10 anos a guinada direitista do FHC. Entretanto do ponto de vista teórico a tese é fraca. De uma dissertação de mestrado anti-Gramsci e com uma adequada visão sobre a política em Marx. Sader retorna um gramsciano e com uma visão equivocada da política. Tudo se reduz à política, e nada mais anti-marxista do que isso. E isso se reflete na frágil análise política que Sader faz da conjuntura, abandonou as densas relações teóricas em troca da militância estéril, do discurso pronto para cada ocasião. Assim, o Lula pode continuar representando a esquerda.

De Antônio Gramsci: os indiferentes!

Como um dos meus alunos se deu o trabalho de digitar o texto para colocar no blog dele, eu irei aproveitar e colocar aqui também. O texto faz parte do primeiro volume das obras complestas de Gramsci editadas pela Civilização Brasileira. Acho um desperdício editar as obras completas de Gramsci no Brasil se não temos ainda a de Marx, ou Lukacs e muitas outras. Mas no caso, o texto é interessante e se casa bem com o que identificamos na sociedade dominada pelo pós-modernismo. A indiferença é a outra face do comodismo, do consumismo, do privatismo, da impotência e da desesperança. Ficar indiferente é anormal, não é o comportamento humano, ficamos indiferentes quando já estamos nos degradando, quando a nossa humanidade já está se bestializando. Aí naturalizamos o sórdido, o mal para não termos que fazer nada a não ser assistir a vida. Num mundo onde cada vez mais as forças impessoas dominam e comandam os processos socias maior tende a ser a indiferença, porque já não nos responsabilizamos pelo o que o mundo é.

E colocar este texto aqui me cria um problema que é escolher em qual categoria classificar, vou colocar marxismo, mas a minha sofrerá muito com isso. Porque se Gramsci é marxista, Marx certamente não pode ser.

Segue o texto de Gramsci:

Indiferentes
Odeio os indiferentes. Creio, como Friedrich Hebbel, que “viver é tomar partido”. Não podem existir os que são apenas homens, os estranhos à cidade. Quem vive verdadeiramente não pode deixar de ser cidadão, e de tomar partido. Indiferença é abulia, é parasitismo, é covardia, não é vida. Por isso, odeio os indiferentes. A indiferença é o peso morto da história. É a âncora que paralisa o inovador, a matéria inerte onde se afogam freqüentemente os mais esplêndidos entusiasmos, o pântano que circunda a velha cidade e a defende melhor do que as mais sólidas muralhas, melhor do que o peito dos seus guerreiros, já que traga em suas areias movediças os que a combatem e os dizima, os desencoraja e, muitas vezes, os faz desistir do empreendimento heróico.
A indiferença atua poderosamente na história. Atua passivamente, mas atua. É a fatalidade, aquilo com que não se pode contar; é o que abala os programas, inverte os planos mais bem construídos; é a matéria bruta que se rebela contra a inteligência e a destroça. O que acontece, o mal que se abate sobre todos, o possível bem que um ato heróico (de valor universal) pode gerar, não se deve tanto à iniciativa dos poucos que atuam quanto à indiferença, ao absenteísmo dos muitos. O que acontece não acontece tanto porque alguns querem que aconteça, mas sobretudo porque a massa dos homens abdica de sua vontade, dedicando que outros façam, que se formem os nós que depois só a espada poderá cortar, que se promulguem as leis que depois só a revolta fará ab-rogar, que subam ao poder os homens que depois só um motim poderá derrubar. A fatalidade que parece dominar a história não é mais, precisamente, do que a aparência ilusória dessa indiferença, desse absenteísmo. Fatos amadurecem na sombra, poucas mãos (não submetidas a nenhum controle) tecem a rede da vida coletiva – e a massa ignora, porque não está preocupada com isso. Os destinos de uma época são manipulados de acordo com pontos de vista estreitos, com finalidade imediatas, com ambições e paixões pessoais de pequenos grupos ativos – e a massa dos homens ignora, porque a ela nada disso importa. Mas os fatos que amadureceram terminam por vir à tona; e a rede tecida na sombra se conclui – e, então, parece que é a fatalidade a arrastar tudo e todos, parece que a história não passa de um enorme fenômeno natural, uma erupção, um terremoto, do qual todos são vítimas, e os que quiseram e os que não quiseram, os que sabiam e os que não sabiam, quem foi ativo e quem foi indiferente. E este último se irrita; gostaria de escapar das conseqüências, gostaria de que ficasse claro que ele não quis, que não é responsável. Uns se lamentam piedosamente, outros blasfemam obscenamente, mas nenhum ou só poucos se perguntam: se eu também tivesse cumprido com meu dever, se tivesse buscado pôr em prática minha vontade, minha opinião, teria ocorrido o que ocorreu? Mas nenhum ou só poucos se culpam pela própria indiferença, pelo próprio ceticismo, por não ter dado seu apoio e sua atividade aos grupos de cidadãos que combatiam precisamente para evitar aquele determinado mal, que se propunham obter aquele determinado bem.
A maioria deles, ao contrário, diante dos fatos consumados, preferem falar de ruínas dos ideais, de programas definitivamente fracassados e outras tolices do gênero. Voltam assim a não assumir qualquer responsabilidade. E não por não terem uma clara visão das coisas e, em alguns casos, por não serem capazes de projetar belíssimas soluções para os problemas mais urgentes, ou para aqueles que, mesmo exigindo ampla preparação e soluções permanecem belissimamente infecundas. Mas essa contribuição à vida coletiva não é animada por nenhuma luz moral: é produto de mera curiosidade intelectual, não do pungente sentido de uma responsabilidade histórica que quer que todos sejam ativos na vida, que não admite agnosticamente e indiferenças do tipo.
Odeio os indiferentes também porque me dão tédio suas lamúrias de eternos inocentes. A cada um deles peço contas do modo como enfrentam a tarefa que a vida lhe pôs e põe cotidianamente peço contas do que fizeram e, sobretudo, do que não fizeram. E sinto que posso ser implacável, que não preciso desperdiçar minha verdade, que não tenho por que compartilhar com eles minhas lágrimas. Tomo partido, vivo, sinto que já pulsa nas consciências viris do meu partido a atividade da cidade futura que estamos construindo. E, nela, a cadeia social não pesa apenas sobre poucos; nela, nada que sucede se deve ao acaso, à fatalidade, mas é obra inteligente dos cidadãos. Não há nela ninguém que fique olhando pela janela enquanto poucos se sacrificam, consumindo-se no sacrifício; ninguém que fique à atividade de poucos cria e que manifesta sua desilusão ofendendo o sacrificado, o que consumiu, porque este não teve êxito em sua tentativa.Vivo, tomo partido. Por isso, odeio quem não se compromete, odeio os indiferentes.

Falta seres pensantes na Croácia? E depois ainda pensávamos que o povo mais tonto é o brasileiro, faltava conhecer os croatas!

Croacia acoge a Bush tras el apoyo sin precedentes del mandatario

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REUTERS/Kevin Lamarque

El Presidente de EE.UU., George W. Bush, se da un baño de multitudes después de su discurso en la plaza de San Marcos en Zagreb, Croacia

http://www.lavanguardia.es/lv24h/20080405/53452450503.html

Cançado Trindade no tribunal de Haia

Segundo o site do colunista do Globo Ancelmo Gois, o encontro entre a ministra do STF Ellen Gracie e o presidente da Eslovênia em visita ao Brasil foi constrangedor porque ele elogiou o jurista Antônio Augusto Cançado Trindade que está concorrendo com ela por uma vaga na Corte de Haia.

Num processo sério, não haveria disputa, é óbvio que o Cançado trindade é muito melhor que a Ellen Gracie. Do ponto de vista intelectual não há base de comparação. Cançado Trindade é uma sumidade na área do direito internacional e na militância em defesa dos direitos humanos.

Como todos sabem, considero a defesa dos direitos humanos fundamental, importante, mas a discussão intelectual disso sempre me parece muito trivial. Então este tipo de estudos nunca me atraiu. Portanto ao contrário dos meus colegas que eram loucos por fazer matéria com o Cançado Trindade, eu nunca me interessei. Também boa parte do pessoal que estudou comigo trabalhou em algum momento em algo relacionado aos direitos humanos. Em Brasília era um campo aberto. Apesar de não seguido por essa área não há como não reconhecer a importância do Cançado Trindade.

PS: Com o Francisco Rezek, que foi para Haia, eu tive aula. Só tinha um problema ou você assistia as aulas ou lia o livro dele, os dois te matariam de tédio, porque era igualzinho. Tudo era tão padronizado que até o assesssor dele, que às vezes dava aula, fazia tudo igualzinho, tudo, tudo, tudo.

O que deveria ser a reação ao liberalismo!

Miles de manifestantes salen a la calles de Liubliana en protesta por los bajos salarios

Reuters/EP - LIUBLIANA - 05/04/2008

Miles de manifestantes han tomado este sábado las calles de la capital de Eslovenia, Liubliana, en protesta por los bajos sueldos en relación al aumento de los beneficios empresariales en los países de la UE.

La manifestación organizada por la Confederación Europea de Sindicatos, se describe a sí misma como una demostración de rabia y determinación para "mejorar los salarios de la pobreza" con los que subsisten más 30 millones de trabajadores por todo el continente.

"Es una protesta contra la situación en toda Europa", explicó el presidente de federación sindical alemana, Reinhard Dombre, parte de una concentración que la Policía eslovena estimó en más de 10.000 asistentes.

 

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Não sabe o que é o neoliberalismo? O neoliberalismo é isso! E ainda há iludidos que enxergam na UE uma alternativa. Agora o que esperar de uma organização presidida por um ministro de Luxemburgo?

Los líderes europeos claman contra las subidas salariales

Trichet considera una nueva lucha social la batalla contra la inflación

ANDREU MISSÉ (ENVIADO ESPECIAL) - Brdo - 05/04/2008

"Los multimillonarios pueden afrontar la inflación sin problemas, las dificultades son para los que tienen poco poder adquisitivo". Jean-Claude Juncker, primer ministro de Luxemburgo y presidente del Eurogrupo (ministros de Finanzas de la zona euro), expresaba ayer así su inquietud por los efectos negativos del alza de precios. Con el mismo tono pedagógico-populista, Juncker prosiguió: "Ni a mí, ni a Joaquín [por Almunia, comisario de Asuntos Económicos y Monetarios], ni a Jean-Claude [por Trichet, presidente del Banco Central Europeo] nos preocupa la subida de los tomates, porque los podemos pagar".

En su esfuerzo por reforzar el mensaje calificó la lucha contra la inflación "como una nueva forma de lucha social" porque "los más perjudicados son los pobres". Los 15 ministros de Finanzas del Eurogrupo, Almunia y Trichet, reunidos ayer en la que fue la residencia del antiguo líder de la desaparecida Yugoslavia, el mariscal Josip Tito, en Brdo, reconocieron estar "seriamente preocupados" por los precios. La receta prácticamente unánime fue endurecer las demandas de moderación salarial.

Trichet fue muy claro al advertir a los demás países que no sigan el ejemplo de Alemania, que va a pagar a los funcionarios un 8% más. Los que lo hagan "están totalmente equivocados". El presidente del BCE requirió a "todos los Gobiernos sin excepción" que se comprometieran con la moderación salarial. Advirtió de que "la estabilidad de precios es esencial para mantener el crecimiento del empleo" y recordó que desde la entrada del euro se habían creado 15,7 millones de puestos.

La economía pierde vigor

Almunia reconoció la progresiva pérdida de vigor de la economía europea por el impacto de la crisis financiera en Estados Unidos: "Los riesgos de un bajón del crecimiento han aumentado". El comisario señaló, no obstante: "Estamos preocupados pero no pesimistas", e insistió en que no había "riesgo de recesión". Añadió que lo relevante es que la UE aún crea empleo.

Para hoy está prevista una manifestación en Liubliana, capital de Eslovenia, que ejerce la presidencia de turno de la UE, organizada por la Confederación Europea de Sindicatos para protestar contra la precariedad laboral y pérdida del poder de compra de los salarios.

Los ministros debatieron también una reforma de los sistemas de vigilancia ante las posibles crisis financieras. Se pretende ampliar la coordinación de los supervisores y potenciar el intercambio de información.

http://www.elpais.com/articulo/economia/lideres/europeos/claman/subidas/salariales/elpepueco/20080405elpepieco_3/Tes

A história nunca termina! Quanto mais infeliz, mais resistente! Ou dos momentos em que apenas a ignorância pode nos dar a chance de sermos felizes!

Prisión para los padres adoptivos de una niña 'robada' en Argentina

Por primera vez un hijo de desaparecidos de la dictadura lleva a su ‘apropiadores’ a los tribunales

ELPAÍS.com/EFE - Buenos Aires - 05/04/2008

Los tribunales argentinos han dictado la sentencia del primer juicio iniciado a partir de una querella de una hija de desaparecidos contra sus padres adoptivos. Tras un mes y medio de audiencias, el tribunal ha condenado a penas de prisión a los 'apropiadores' de María Eugenia Sampallo Barragán, que es como se llama la joven.

Osvaldo Rivas y María Gómez Pinto, la pareja que en 1978 adoptó a María Eugenia Sampallo Barragán como propia, han sido condenados a ocho y siete años de prisión, respectivamente. La Juasticia ha condenado también al ex capitán Enrique Berthier, que entregó la niña al matrimonio, se lo condenó a 10 años de reclusión. Las penas distan mucho de los 25 años que había pedido la acusación y de la absolución que solicitaba la defensa.

A los condenados se les han atribuido delitos de retención y ocultamiento de una menor durante 10 años y falsificación de documento público. Ninguno de los tres imputados ha querido hablar antes de conocer el veredicto del Tribunal Federal Cinco, circunstancia que ha lamentado el abogado de Sampallo, Tomás Ojea Quintana, quien ha añadido "lamentamos que no hayan aprovechado la oportunidad que les dio el tribunal de arrepentirse y, sobre todo, de brindar información acerca del origen de María Eugenia".

Sampallo, que tiene 30 años, había pedido el lunes pasado que los delitos atribuidos a los imputados fueran considerados de "lesa humanidad" en el juicio, que comenzó el 19 de febrero último.

23 años sin identidad

La joven sólo porta sus verdaderos apellidos, Sampallo Barragán, desde 2001, cuando gracias a una prueba genética se supo determinar que es la hija de Leonardo Sampallo y Mirta Barragán, desaparecidos en diciembre de 1977. Pero hasta ese momento oficialmente había sido la hija de Osvaldo Rivas y María Teresa Gómez, una pareja afín al régimen militar al que su amigo el capitán Enrique Berthier le entregó una recién nacida junto a un certificado falso. Fue la curiosidad de la niñapor su verdadero origen la que desencadenó un proceso que culminó con la recuperaciçon de su verdadera identidad, algo que ya han logrado unos 80 hijos de desparecidos, informa J.MARIRRODRIGA.

http://www.elpais.com/articulo/internacional/Prision/padres/adoptivos/nina/robada/Argentina/elpepuint/20080405elpepuint_3/Tes

O Bush está saindo, mas não deixa de garantir mais bom negócio para os amigos! Que diferença tem uma guerra feita por mercenários e a dos homens-bomba? Um acredita na causa, o outro no dinheiro!

Blackwater renueva su contrato en Irak con el Departamento de Estado

La empresa privada de seguridad seguirá protegiendo a diplomáticos estadounidenses pese a estar investigada por un tiroteo que mató a 17 iraquíes

MOKHTAR ATITAR / AGENCIAS - Madrid / Washington - 05/04/2008

La compañía de seguridad privada Blackwater ha renovado su contrato por un año para continuar proporcionando protección a los diplomáticos destinados en Irak, pese a las investigaciones iniciadas por el FBI tras la muerte de 17 civiles por un tiroteo provocado por sus empleados en Bagdad el pasado 16 de septiembre.

"He pedido y recibido la aprobación para seis misiones, en las que Blackwater debe proporcionar protección personal en Bagdad, (...) durante un año", ha asegurado Gregory Starr, jefe de seguridad del Departamento de Estado, en declaraciones recogidas por la agencia Reuters.

Después del incidente de septiembre pasado el Departamento de Estado cambió las reglas con las que operaban los empleados de seguridad y, como medidas preventivas, se instalaron cámaras en los convoy.

Según informaba en New York Times el pasado 13 de noviembre, las primeras investigaciones conducidas por el FBI tras el tiroteo señalaban que al menos 14 de las 17 muertes no tenían ninguna justificación, ya que esas personas no suponían una potencial amenaza para el convoy que protegían los empleados de Blackwater.

El contrato que tenía en vigor la compañía con el Gobierno estadounidense expiraba el próximo mes de mayo. Blackwater se encarga, entre otras tareas, de proporcionar seguridad a los diplomáticos estadounidenses en sus traslados fuera de la Zona Verde de Bagdad. La compañía fue la encargada, por ejemplo, de la protección del administrador de Irak, Paul Bremen III, quien poco antes de su marcha, firmó la llamada orden 17, una suerte de inmunidad que impedía al Gobierno iraquí perseguir bajo su jurisdicción a empleados extranjeros contratados por la Coalición.

Se calcula que en Irak hay entre 20.000 y 30.000 empleados de seguridad, bajo contratos millonarios para proveer seguridad a empleados e instalaciones.

Sólo el actual contrato que tiene Blackwater con el Departamento de Estado asciende a más de 300 millones de dólares. Erik Prince, jefe ejecutivo de Blackwater reconoció en una comparecencia ante un comité del Congreso que su compañía tenía desplegados entorno a 1.000 empleados en Irak, además de una flota propia de vehículos blindados y helicópteros.

En dicha comparecencia, Price defendió a sus empleados."Esencialmente creo que han hecho un buen trabajo. El incidente del 16 de septiembre fue una tragedia. Tiene que ser investigado con cuidado", aseguró Price, añadiendo que "actuaron correctamente a pesar de estar operando en una compleja zona de guerra".

"Nos llaman mercernarios. Pero somos americanos que trabajamos para América protegiendo a americanos", concluyó.

http://www.elpais.com/articulo/internacional/Blackwater/renueva/contrato/Irak/Departamento/Estado/elpepuint/20080405elpepuint_8/Tes

Querem impedir o Brasil de dominar o mundo! Cuidado Lula!

UN chief calls for review of biofuels policy

· Ban Ki-moon speaks out amid global food shortage
· 33 countries facing unrest as families go hungr

This article appeared in the Guardian on Saturday April 05 2008 on p16 of the International section. It was last updated at 00:05 on April 05 2008.

The UN secretary-general, Ban Ki-moon, has called for a comprehensive review of the policy on biofuels as a crisis in global food prices - partly caused by the increasing use of crops for energy generation - threatens to trigger global instability.

"We need to be concerned about the possibility of taking land or replacing arable land because of these biofuels," Ban told the Guardian in Bucharest while attending this week's Nato summit. But he added: "While I am very much conscious and aware of these problems, at the same time you need to constantly look at having creative sources of energy, including biofuels. Therefore, at this time, just criticising biofuel may not be a good solution. I would urge we need to address these issues in a comprehensive manner."

Climate change has been a priority for Ban since he took over from Kofi Annan, and he has embraced the potential of biofuels, derived from plants, as a long-term substitute for fossil fuels. But as food prices have soared - driven by rising demand, high fuel costs, and climate change - the cultivation of biofuels has come under fire for diverting fertile land from food production.

Some of the loudest criticism has come from within UN food agencies, which are struggling to keep up with commodity prices. Last month the World Food Programme issued an emergency $500m appeal to donors to help it meet its existing commitments to the world's hungry.

WFP officials say 33 countries in Asia and Africa face political instability as the urban poor struggle to feed their families.

There are also mounting concerns over the benefits of biofuels to the environment. They generally burn cleaner than fossil fuels, but fuels such as grain-based ethanol are energy-intensive to produce, and tropical rainforests have been cleared to produce palm oil for use as a fuel.

The role of biofuels is under review in Britain pending an inquiry into the indirect impact of their cultivation by the Renewable Fuels Agency.

Against this backdrop some senior UN officials are pushing for a change of policy, and attack Ban in private. "Ban is just out of touch," one said. "He doesn't know what is really going on in our agencies."

The UN's own special rapporteur on the right to food, Jean Ziegler, called biofuels "a crime against humanity", and called for a five-year moratorium.

Ban rejected that proposal. "At this time I wouldn't make any definitive judgment or definitive plans, in particular vis-à-vis these biofuels," he said. "I know there are some concerns raised by certain quarters about biofuels. But biofuels are a renewable source of energy when we are experiencing extreme difficulties [with] resources."

But Ban conceded that there was a food supply problem and said the primary Millenium Development Goal of halving global hunger by 2015 looked harder to reach than ever. "This steeply rising food price is a new phenomenon," he said. "We have only seven years left to meet the target of 2015. This is very serious."

He said he was overseeing a multi-agency investigation of the issue involving the UN Energy Programme, the UN Development Programme, the Department of Economic and Social Affairs and the World Food Programme. "They are all working on this issue," the secretary-general said.

http://www.guardian.co.uk/environment/2008/apr/05/biofuels.food

Agora virou festa! Sean Connery quer a independência da Escócia!

The Scots show their true colors

Sean Connery says that Scotland's independence day may be closer than ever.

By Sean Connery
April 5, 2008

There are few more cherished American ideals than independence. As we prepare to celebrate Tartan Day, established as April 6 by a U.S. Senate resolution in 1998 to commemorate one of the inspirations for the Declaration of Independence -- Scotland's Declaration of Arbroath -- it is as good a time as any to tell the uniquely Scottish story of independence.
In 1320, Scots penned the Declaration of Arbroath. In lines that would echo through the ages, they wrote, "It is in truth not for glory, nor riches, nor honors that we are fighting, but for freedom -- for that alone, which no honest man gives up but with life itself."
Many Americans are familiar with that part of the story -- of the patriot William Wallace and the Scots who stood up for independence. What is understandably less familiar is that in 1707, a group of Scottish noblemen sold Scotland's independence and joined with England to become the United Kingdom of Great Britain.
It wasn't a popular move. In fact, Daniel Defoe wrote that "for every Scot in favor, 99 is against."
So it is not surprising that some people have been working ever since to change it.
More interesting than the past, though, is the national conversation going on in Scotland now. What is so special about it is that the world has an example of a completely democratic process in which the people are considering their future, and in which their voice will be the final word.
In 1997, Scots spoke loudly when they voted to reinstate their Parliament. When Scottish National Party President Winifred Ewing was able to say, "The Scots Parliament, adjourned on 25th March 1707, is hereby reconvened," she touched hearts across the country.
The Scottish Parliament has authority for health, education, courts and the environment. The British Parliament retains control over most taxes and foreign affairs.
The question now is, what next? The current Scottish government is the first one in modern times that wants to see Scotland reclaim its independence.
The best part of this debate is that it is based on ideas, not ethnicity. Conversations about the best future for the country are happening in the Scottish Parliament and in homes and workplaces across the country.
The Scottish government wants Scotland and England to become independent and equal nations, with the queen and her successors continuing as the common head of state of both -- similar to what happened in Canada and Australia in the 20th century. In other words, we would move toward becoming united kingdoms, rather than the United Kingdom.
Debating their constitutional future does not stop Scots from contributing to today's important international issues. This week, the Scottish government, with the support of the National Geographic Society, announced the Saltire Prize -- a $20-million award for innovation in renewable energy -- as a challenge to the world's scientists. The message that Scotland is open for business came across clearly this week as Scotland dropped its business taxes to be even more internationally competitive. And you might not think Scotland when you think football, but today, the New York Giants' own Greenock-born Lawrence Tynes will be leading the Tartan Day parade down 6th Avenue.
Independence is something Americans inherently understand. My whole adult life, I have waited and worked for the day that Scots are able to decide democratically if they wish to rejoin the community of nations as an independent and equal member. A recent poll showed that two-thirds of Scots would welcome that opportunity under certain circumstances.
I believe that day -- Scotland's independence day -- is closer than ever.
Sean Connery was knighted by Queen Elizabeth II in 2000 and is an Academy Award winner who has appeared in more than 60 films.

http://www.latimes.com/news/opinion/commentary/la-oe-connery5apr05,0,7932603.story

O Massa ficou tempo demais com o Rubinho nas férias?

Hoje o Massa ficou em segundo no grid de largada da F1 perdendo para o Kubica que ñem está numa equipe de ponta. O Massa admitiu que cometeu umpequeno erro. Nas duas corridas anteriores, ele foi tão patético quanto o Rubinho durante a corrida, será que o Massa bebeu da água da casa do Rubinho? Até nas declarações superotimistas depois dos fracassos o Massa está parecendo o Rubinho. Ao menos agora temos um realista entre os pilotos brasileiros, o Piquet Jr. admitiu que a Fórmula 1 é mais difícil do que ele imaginava, e isso é bom, porque ele reconhece que precisa melhor, não se ilude dizendo que é tão bom quanto o Alonso como o Rubinho sempre fez em relação ao Schumacher.

Keynes morreu! Viva Keynes!

El remedio keynesiano

by J. Bradford DeLong

BERKELEY. Todavía no es seguro que la economía mundial esté condenada a vivir una recesión sustancial en los siguientes tres años, más o menos: aún podemos escapar. Sin embargo, los gobiernos deben ir a la segura tomando ya más medidas que amortigüen, suavicen y acorten el periodo de alto desempleo y crecimiento lento o negativo que ahora parece muy probable.

Es un hecho de la naturaleza –al menos de la humana- que las políticas prudentes y apropiadas de hoy después parezcan excesivas. En algún momento la economía mundial empezará otra vez a expandirse rápidamente. Pero sería muy imprudente asumir que ese momento ha llegado y que las cosas no pueden empeorar.

Tal vez la mejor manera de ver la situación sea recordar las tres locomotoras que han impulsado la economía mundial en los últimos quince años. La primera fue la de las grandes inversiones, centradas en Estados Unidos, debidas a la revolución de la tecnología de la información. La segunda fue la inversión inmobiliaria, otra vez centrada en Estados Unidos, impulsada por la expansión de la vivienda. La tercera fue la inversión manufacturera en otras partes del mundo –predominantemente en Asia- a medida que Estados Unidos se fue convirtiendo en el importador de último recurso de la economía mundial.

Durante quince años esas tres locomotoras mantuvieron a la economía mundial cerca del pleno empleo y creciendo aceleradamente. Cuando el auge de la alta tecnológica culminó en 2000, la Reserva Federal diseñó su reemplazo con la expansión de la vivienda, mientras que la inversión en Asia para abastecer a Estados Unidos avanzaba a un ritmo creciente.  

Muchos se quejan ahora de la administración monetaria de Alan Greenspan, que mantuvo andando a las tres locomotoras: “provocador serial de burbujas” es la frase más amable que he escuchado. Sin embargo, ¿estaría realmente mejor la economía mundial con una política monetaria diferente que mantuviera el desempleo en Estados Unidos en un promedio del 7% en lugar del 5%? Sin los 300 mil millones de dólares anuales de demanda estadounidense de manufacturas provenientes de Europa, Asia y América Latina, ¿la economía mundial verdaderamente estaría mejor?

Sin embargo, la primera locomotora se quedó sin combustible hace siete años y no se vislumbra un sector líder alternativo impulsado por la tecnología, como el de la biotecnología, que pueda inspirar una exuberancia similar, racional o no. La segunda locomotora empezó a tragar humo hace dos años y ahora se está deteniendo, lo que significa que la tercera –Estados Unidos como importador de último recurso- también está perdiendo velocidad: el dólar débil que acompaña a la quiebra financiera de la vivienda no hace rentables las exportaciones a Estados Unidos.

La economía mundial, como dijo John Maynard Keynes hace 75 años, está desarrollando problemas en el alternador. Lo que se necesita es un empujón –más demanda agregada. En Estados Unidos, el dólar débil dará un poderoso impulso a las exportaciones netas y por consiguiente a la demanda agregada. Sin embargo, si se considera al mundo como un todo, las exportaciones netas son un juego de suma cero. Por lo tanto, tendremos que recurrir a otras fuentes de demanda agregada.

La primera fuente es el gobierno. La prudencia fiscal es tan importante como siempre a mediano y largo plazo. Pero en los próximos tres años, los gobiernos deben disminuir los impuestos –sobre todo para los pobres, que son los que con más probabilidad gastarán—y gastar más.

La segunda fuente es la inversión privada. Los bancos centrales del mundo ya están recortando las tasas de interés de los activos seguros y las recortarán más conforme se haga clara la proximidad y magnitud de la probable depresión global.

Pero las tasas de interés bajas son totalmente compatibles con el estancamiento o la depresión si las primas de riesgo permanecen altas –como lo averiguó el mundo en los años treinta y como Japón lo descubrió de nuevo en los noventa. La tarea más difícil para los gobiernos es impulsar la capacidad del sector privado para soportar riesgos de manera que las empresas tengan acceso al capital en condiciones que las alienten a ampliarse.

J. Bradford DeLong es profesor de economía en la Universidad de California en Berkeley y fue Secretario Asistente del Tesoro de los Estados Unidos.

http://www.project-syndicate.org/commentary/delong76/Spanish

Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que protesta é povo ou esquerda

No confundir campesinos con terratenientes

Adolfo Pérez Esquivel

Premio Nobel de la Paz.

El paro agrario en la Argentina desde hace más de 15 días es utilizado por sectores golpistas para desestabilizar al gobierno y seguir explotando al pueblo con total impunidad.

Las retenciones que el gobierno impone a las exportaciones tienen diversas lecturas y contradicciones que han confundido y generado que los sectores del campo coincidan en la protesta. Es necesario diferenciar si están juntos y revueltos para desestabilizar al gobierno, o SI tienen la suficiente claridad para diferenciarse en la lucha y reclamos. Hay que diferenciar y saber si están juntos, pero no revueltos y hasta dónde llega estar juntos sin quemarse.
Recuerdo esa pequeña historia que dice: ''El ladrón corre hacia el Este y el policía corre hacia el Este. Los dos corren hacia el Este pero con intenciones diferentes''.
Los productores agropecuarios nunca tuvieron tantas ganancias como en los últimos años, beneficiándose por la política de cambio y las exportaciones de soja y girasol. Los indicadores son elocuentes y concretos. Sin embargo es necesario hacer un análisis de los costos que esa actividad tiene para el país, su rentabilidad y concentración de la riqueza en pocas manos. Las grandes corporaciones agropecuarias, las transnacionales han destruido y quemado miles de hectáreas de bosques, apropiándose de grandes extensiones de tierra para plantar soja transgénica. Utilizan agroquímicos altamente contaminantes sin importarles las consecuencias para el medio ambiente y vida de los pobladores.
Por otra parte, las contradicciones del gobierno no son pocas, pero hay que reconocer que ha dado algunos pasos importantes hacia la recuperación económica y eso es positivo. El saqueo a que fue sometido el país durante la crisis de 2001 fue un golpe de Estado económico, sacando al exterior los capitales y llevando al cierre de fábricas, desabastecimiento, aumento del desempleo y pobreza, provocado por capitales financieros y el sistema bancario, que buscaron el vaciamiento del país sin importarles las consecuencias sociales.
Sectores de la llamada ''clase media, acomodada'' salieron estos días en ''apoyo al campo'' con la cacerola de acero inoxidable y cucharita de plata a apoyar el paro agrario.
La falta de memoria, a muchos les ha jugado una mala pasada. Se olvidaron que la clase media acomodada siempre creyó estar a salvo de la debacle del país. La realidad les demostró que el capital financiero no tiene amigos, tiene intereses y que también fueron víctimas del vaciamiento económico y muchos perdieron sus recursos y ahorros depositados en los bancos. Es necesario hacer memoria y saber porqué hoy nadie se hace responsable de esa situación y lamentablemente la impunidad continúa.
El gobierno tiene que asumir que se equivocó al poner las retenciones por igual y no diferenciar a los pequeños y medianos productores rurales, que son la mayoría, y muchos con serias dificultades en su producción y con sus campos hipotecados; se equivocó al juzgarlos con la misma vara con que mide a las grandes corporaciones y terratenientes que tienen ganancias exorbitantes que sacan del país y que no están dispuesto a la re-distribución de la riqueza.
Reitero, estamos frente al cuento del ladrón y el policía, en que los dos corren hacia el Este pero con intenciones diferentes.
La presidenta Cristina Fernández Kirchner pidió que levanten el paro para dialogar y encontrar una salida al conflicto. Es una medida prudente que los productores rurales no pueden dejar pasar. El diálogo es el camino para encontrar soluciones.
El gobierno no puede volver a equivocarse y tiene que diferenciar al campesino de los terratenientes. No hay que permitir ni dejarse arrastrar por los golpistas para que se enfrenten trabajadores contra trabajadores
Hay veces en la vida que la enseñanza es dura, pero se aprende. Los campesinos luchan por sus derechos y resisten en la esperanza para alcanzar a vivir con dignidad y recuperar la soberanía nacional, hoy amenazada por los grandes intereses económicos que se niegan a re-distribuir la riqueza.
El gobierno debe tener políticas claras y coherentes entre el decir y el hacer. Hoy están vendiendo el territorio nacional, devastando sus riquezas y empobreciendo al pueblo. Las retenciones son necesarias, no sólo al agro, a las empresas mineras, a las petroleras, para ello es necesario políticas públicas para evitar la explotación irracional y recuperar la soberanía perdida. Las retenciones deben dirigirse correctamente para construir el país que queremos.
Queda un largo camino a recorrer que es necesario asumir entre todos y todas.

http://www.telesurtv.net/secciones/notasdeopinion/357/no-confundir-campesinos-con-terratenientes/

Visite o Blog do Luís Nassif, acompanhe as reportagens sobre o padrão Veja de jornalismo

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Se vc ainda não conhece a história da Veja leia a reportagem do jornalista Luís Nassif sobre a política editorial da Veja, e como a Veja utiliza suas páginas para ganhar dinheiro no mundo empresarial e chantagear governos. O último capítulo que o Nassif escreveu conta a participação da Veja no escândalo que deu origem às denúncias do mensalão.

A UnB em crise

A reitoria da UnB foi invadida pelos estudantes. É uma resposta algo tardia às denúncias sobre os gastos do reitor pagos pela FUB. Quem acompanha o blog há algum sabe que eu já disse aqui que sempre acho muito engraçado os professores das universidades públicas criticarem o clientelismo, o patrimonialismo, porque nas universidades públicas brasileiras predominam os mesmos tipos re lações arcaicas que encontramos no governo. O apadrinhamento, o favorecimento tende a ser a regra, então a crítica é sempre hipócrita já que nunca há auto-crítica e tentativa de reformar a universidade. Na UnB, desde quando eu estava na graduação, o CESPE, por exemplo, era alvo de muitas desconfianças. Vejam o surreal, o órgão responsável pela realização do vestibular e de concursos públicos passou a administrar o RU, ou melhor, o bandejão. Aí depois que o CESPE assumiu o controle passou a passar uma campanha publicitária para que os alunos chamassem o restaurante universitário de RU e não mais de bandejão para refletir uma mudança na qualidade da comida e dos serviços. Tem lógica? Faz sentido o CESPE controlar o bandejão? Tem lógica gastar dinheiro com  propaganda das reformas do bandejão? Claro que tem, porque o CESPE era o maior foco de denúncias, toda a camapnha para reitor girava em torno da caixa-preta do CESPE. Então era um meio de melhor a imagem do órgão dentro da universidade. O CESPE queria continuar com o dinheiro, mas agora com uma boa imagem. E com a eleição do Lauro Morhy, o diretor do CESPE que o apoiou foi promovido. As denúncias em relação à FUB e à Editora da UnB é apenas uma expansão dos problemas que se desenvolvem desde meados da década de 90. Interessante como ainda aparece gente dentro da universidade para dizer que o dinheiro da FUB é privado, o que só faz envergonhar mais a sociedade pela falta de vergonha na cara. A política na universidade se tornou tão rasteira que quando eu era aluno um candidato a reitor ofereceu emprego para um amigo e eu caso ele ganhasse e nem ficou vermelho. Depois que saímos da casa dele às margens do lago Paranoá no Lago Sul, perguntei para o meu amigo, eu entendi direito, ele nós ofereceu um emprego em troca do apoio? O pior é que não é uma exceção, é a regra. E infelizmente já está mais do que evidente que as eleições nas universidades não representaram um avanço, reforçaram estas tendências.

O maior problema são os refugiados!

Ecuador: violencia en Colombia

Ecuador / Política - En la madrugada del día sábado 1 de marzo, el Gobierno colombiano realizó un ataque militar a una columna de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia,  Ejército del Pueblo (FARC - EP), que se encontraba en territorio ecuatoriano, donde fallecieron 21 personas, entre ellos Raúl Reyes, segundo al mando de este grupo insurgente.

Este hecho, que se suma a la ya infinita lista de actos de violencia política que afectan al pueblo colombiano, desde hace cinco décadas, ha empezado a desencadenar una serie de eventos, sobre cuyas reales y posibles consecuencias debemos llamar la atención y estar atentos.

Primero, y ante todo, queremos condenar el hecho de que ante las acciones de destrucción y de vulneración de los derechos humanos que llevan adelante los grupos armados (regulares e irregulares) en Colombia, el Estado colombiano responda con muerte y con violencia, cuando la verdadera y profunda raíz del conflicto en ese país se encuentra en los intereses económicos que subyacen al narcotráfico y a la industria de la guerra, que el conflicto mismo alimenta. Por ello, levantamos la voz ante un acto más que, en lugar de poner un fin a la barbarie y el sinsentido, contribuye a enriquecer a los individuos y grupos de poder, en Colombia y en otras partes del mundo, que lucran de la guerra, del narcotráfico, de la muerte. Mientras estos intereses no se develen por lo que son, y sean condenados y desarticulados por la Comunidad Internacional, el pueblo colombiano continuará viviendo este doloroso conflicto.

En segundo lugar, la muerte de los 21 insurgentes de las FARC en territorio ecuatoriano corrobora la tesis de que Álvaro Uribe busca regionalizar la respuesta militar al conflicto Colombiano (exigida por Estados Unidos en el Plan Colombia), hacia Ecuador y Venezuela, a fin de involucrar a la región en una estrategia belicista. Lejos de contribuir a la ansiada solución del conflicto interno, pues ninguna de estas acciones enfrenta las causas de fondo, el Plan Colombia y las iniciativas surgidas con similares objetivos de tinte bélico, no sólo que transgreden la soberanía de los países vecinos a Colombia, sino que por sobre todo han tendido a agravar la situación de vulnerabilidad de la población civil, sobre todo de los sectores sociales más excluidos. No descartamos que este hecho violento genere como consecuencia un recrudecimiento de las acciones bélicas, cuyas víctimas serán, como siempre, hombres, mujeres, niñas y niños inocentes.

Tercero, es importante resaltar que este incidente pone en pausa definitiva al proceso llevado adelante por las FARC y la comunidad internacional para lograr un acuerdo humanitario y la consecuente liberación de rehenes. Ello evidencia que la intervención militar y la estrategia "Uribe - Bush" no mide las consecuencias o las víctimas que puede generar, poniendo en pausa, también, una alternativa de paz para Colombia.

Cuarto, el rompimiento de las relaciones diplomáticas, con la expulsión de nuestro país del Embajador colombiano, pone en riesgo los compromisos que el Estado ecuatoriano ha asumido de  proteger y garantizar el derecho al refugio en nuestro país, y el consecuente respeto y ejercicio de los derechos básicos de la población en situación de refugio. El conflicto diplomático perjudica, además, los avances que ya existían por parte del Gobierno de Uribe de asumir la corresponsabilidad frente a la situación de los refugiados colombianos en el Ecuador. Nos preocupa, además, que la expulsión del Embajador colombiano genere posteriormente un retiro de todo el cuerpo consular, determinando una situación de indefensión de los ciudadanos colombianos en nuestro territorio, por parte de su Estado.

Reiteramos que el problema de fondo no es la violación de la soberanía ecuatoriana por parte del Gobierno colombiano, a través de su ejército, sino las consecuencias que el conflicto colombiano en su conjunto está dejando en la población de Colombia y de la región: millones de desplazados por la violencia, muerte y destrucción, desolación y mayor pobreza. Por ello hacemos un llamado al Estado ecuatoriano, a la sociedad civil, a las organizaciones e instituciones que luchan por la defensa de los derechos humanos en nuestro país, y a la comunidad internacional, a que se unan esfuerzos para lograr que el Estado colombiano y el Gobierno de Álvaro Uribe pongan fin al conflicto, no desde la beligerancia, sino desde la desarticulación de los intereses económicos que financian y se enriquecen con la industria armamentista y el narcotráfico.

Diego Apolo Buenazo
Oficial de Comunicaciones
Servicio Jesuita a Refugiados y Migrantes – Ecuador

http://www.miradaglobal.com/index.php?option=com_content&task=view&id=816%20&Itemid=9&lang=es

terça-feira, 1 de abril de 2008

"O Globo" festejava o golpe militar. A lei? Esqueçam as leis!

editorial de "O Globo", em 02/04/1964

Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.

As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, "são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI."

No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei.

Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo.

A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.

http://www.viomundo.com.br/contraponto/primeiro-de-abril-segundo-o-globo-nascia-um-paraiso-no-planeta/